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Imagem sobre Filhas de Glória Maria foram adotadas durante viagem à Bahia 

Foto: Reprodução/Instagram

A jornalista Glória Maria, que morreu nesta quinta-feira (2), deixou duas filhas: Maria, de 15 anos de idade, e Laura, de 14 anos. As adolescentes foram adotadas pelo jornalista durante uma viagem à Bahia, em 2009.

 

Na época, Glória estava se dedicando a trabalhos voluntários e visitava a Organização de Auxílio Fraterno (OAF), no bairro da Liberdade, quando encontrou as meninas, irmãs biológicas, e decidiu adotá-las. 

 

O processo durou 11 meses, o que fez Glória se mudar do Rio de Janeiro para a Bahia. Ela criava Maria e Laura sozinha, mas já havia declarado já ter tudo "encaminhado" para as duas caso não pudesse mais cuidar delas.

 

“Minhas filhas não têm pai, eu decidi tê-las sozinha. Sou eu e ponto. Preciso estar bem para vê-las no balé, nos eventos da escola. O dia em que não puder estar, que morrer, elas terão tudo encaminhado. Vão estudar nos melhores lugares, têm padrinhos maravilhosos. Tá tudo certo. Tem gente que opta pelo vitimismo. Eu odeio drama, não sou coitadinha. Vim sem esse sentimento. Nasci numa família extremamente pobre e matriarcal. Cheia de mulheres fortes”, afirmou ela em entrevista ao programa “Conversa com Pedro Bial”.

 

Fonte: Bahia Notícias

Imagem sobre Morre a jornalista Glória Maria

Foto: Divulgação

A jornalista Glória Maria morreu no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (2), aos 73 anos de idade. A causa da morte não foi informada. A informação foi divulgada pelo G1. 

 

Glória estava afastada do "Globo Repórter" há mais de três meses, tratando um câncer. O último programa apresentado por ela foi a edição. 

 

Glória foi pioneira inúmeras vezes. Foi a primeira a entrar ao vivo no Jornal Nacional e inaugurou a era da alta definição da televisão brasileira. Mostrou mais de 100 países em suas reportagens e protagonizou momentos históricos.

 

“Eu sou uma pessoa movida pela curiosidade e pelo susto. Se eu parar pra pensar racionalmente, não faço nada. Tenho que perder a racionalidade pra ir, deixar a curiosidade e o medo me levarem, que aí eu faço qualquer coisa.”

 

Glória deixa duas filhas, Maria e Laura.

 

Fonte: Bahia Notícias

Imagem sobre Dívida total da Americanas é de R$ 47 bilhões, diz administrador judicial

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A equipe de administração judicial do processo de recuperação da Americanas verificou que a dívida total do grupo é de R$ 47,9 bilhões. Como parte do pedido de recuperação, apresentado em janeiro, o grupo havia citado o valor de R$ 41,2 bilhões.
 

A diferença, de R$ 6,6 bilhões, foi aferida pela equipe, que fez um pente fino na lista de dívidas e credores apresentada pelo próprio grupo Americanas.
 

A informação sobre a discrepância foi enviada via petição, nesta quarta (1º), à 4ª Vara Empresarial da cidade do Rio de Janeiro, que acompanha a recuperação judicial da empresa.
 

Em resposta ao questionamento, o grupo Americanas disse que os R$ 6,6 bilhões a mais se devem ao valor total de debêntures nas quais a Americanas S.A é devedora das empresas JSM Global e B2W Digital Lux, que integram o grupo Americanas e também estão sob recuperação judicial.
 

"As debêntures foram emitidas intragrupo apenas para criar um canal de transferência de recursos da Americanas S/A para as recuperandas estrangeiras, visando ao pagamento dos Bonds (as debêntures "espelham" os bonds). Ao considerar o endividamento consolidado das recuperandas, esse valor deve ser expurgado, sob pena de duplicidade. Há apenas uma dívida, decorrente da emissão dos bonds, e um
 

canal intragrupo para remessa de recursos para o pagamento daquela dívida", disse o grupo Americanas", justificou o grupo, de acordo com a petição.
 

A equipe de administração judicial pediu à Justiça que forneça uma lista completa de processos relacionados à dívidas que envolvam o grupo Americanas, tanto na esfera civil quanto trabalhista.
 

A administração judicial, formada pelo escritórios Zveiter e Preserva Ação, também enviou ofícios à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), ao Conselho Federal de Contabilidade e a outras entidades para marcar reuniões de apresentação sobre a situação da Americanas.
 

"É estarrecedor como a cada momento o rombo é aprofundado e os valores envolvidos aumentam. De R$ 20 bilhões, passou-se para R$ 43 bilhões quando do pedido de recuperação, e, agora, o administrador judicial destaca o valor de R$ 48 bilhões", disse Gabriel de Britto Silva, diretor jurídico do Ibraci (Instituto Brasileiro de Cidadania), que entrou na Justiça pedindo compensação aos investidores das Americanas.
 

"Os valores envolvidos mostram-se sem precedentes e dificilmente se mostrará viável um desfecho exitoso para a recuperação judicial", considera o advogado.

 

Fonte: Bahia Notícias

Imagem sobre À pedido de Iemanjá, presente principal entregue este ano é biodegradável, diz Babá Pece de Oxumaré

Foto: Francis Juliano / Bahia Notícias

Líder do Terreiro de Oxumaré, candomblé de nação Angola que realiza a parte religiosa da Festa de Iemanjá, o babalorixá Babá Pece afirmou que o presente principal, entregue à Rainha do Mar nesta quinta-feira (2), tem objetos biodegradáveis, que irão se decompor no mar em um curto período de tempo. 

 

Segundo ele, a característica ecológica foi uma exigência da própria homenageada, conhecida por ser a divindade que cuida das águas e de toda a vida marinha. "Iemanjá pede que as pessoas cuidem melhor [do meio ambiente]. É um presente ecológico que ela mesma pediu", explicou.

Foto: Francis Juliano / BN

 

Pece também ainda sobre o retorno do templo que comanda na condução do evento, após quatro décadas. "São cem anos do presente e além dessa questão são 40 anos que o Terreiro de Oxumaré não conduzia. Participava, mas não conduzia", disse o pai de santo, relembrando também o legado de Mãe Aíce de Oxossi, morta em 2017.

 
 
 
Fonte: Bahia Notícias

Imagem sobre Coronavac ainda é uma boa opção de vacina, diz novo diretor do Butantan

Foto: Divulgação

O novo diretor do Instituto Butantan, o infectologista Esper Kallás, afirma que a Coronavac continua sendo ótima opção de vacina contra a Covid, mesmo com a oferta do reforço do imunizante bivalente da Pfizer anunciada pelo Ministério da Saúde para a partir de 27 de fevereiro.
 

"Ela é muito bem tolerada, imunogênica, extremamente segura e tem uma aceitabilidade muito boa", afirmou à reportagem Kallás, que assumiu a direção do instituto no início de janeiro, após se licenciar do cargo de professor titular da Faculdade de Medicina da USP.
 

O Ministério da Saúde planeja usar a vacina produzida pelo Butantan --e criada pelo laboratório chinês Sinovac-- apenas para o público infantil, de 3 a 11 anos. A pasta anunciou ter assinado um aditivo de contrato com o instituto para adquirir um total de 2,6 milhões de doses.
 

Nesta segunda (30), Kallás se reunirá com o ministério para discutir, entre outras coisas, o interesse da pasta em eventuais novas aquisições. Ele defende que a Coronavac, que foi a primeira vacina a ser aplicada no país na pandemia, em janeiro de 2021, continua sendo uma boa alternativa também para os adultos.
 

"Há uma discussão muito grande sobre a alternância de produtos para dar um estímulo na resposta [imunológica], o que aumenta os títulos de anticorpos. Numa situação como essa da Covid, em que tudo é instável, ter todas as cartas na mesa é um boa estratégia para não correr o risco de desabastecimento."
 

Segundo o infectologista, todas as doses produzidas pelo Butantan de Coronavac já foram entregues ao ministério. Como no governo Bolsonaro não havia perspectiva de novas aquisições, o instituto decidiu esperar a mudança de pasta para organizar novas importações do IFA (ingrediente farmacêutico ativo), a matéria-prima da vacina.
 

Kallás diz que é preciso um esforço dos governos federal, estaduais e municipais para aumentar a cobertura vacinal contra a Covid. "Com a redução do número de casos, houve uma certa acomodação. Mas é possível fazer um resgate com ações que chamem atenção."
 

Um outro caminho, segundo ele, é trabalhar as desigualdades regionais, uma vez que alguns municípios têm alta cobertura vacinal e outros não atingiram 50% do público-alvo.
 

Para o diretor, a relação do governo estadual, de Tarcísio de Freitas (Republicanos), com a atual gestão federal, de Lula (PT) tem tudo para ser "muito boa". "A visão do governo estadual e do governo federal é muito consonante em relação ao resgate das coberturas vacinais e a prevenção das doenças imunopreveníveis."
 

Durante a pandemia, o Butantan se viu no centro de uma disputa política entre o então governador de São Paulo, João Doria (que era do PSDB), e a gestão de Jair Bolsonaro (PL).
 

Recentemente, o instituto voltou a ser alvo de polêmica, dessa vez envolvendo suspeitas de irregularidades na sua fundação de apoio, atualmente gerida pelo ex-diretor do instituto e atual presidente da Fundação Butantan, Dimas Covas.
 

Entre as suspeitas está o possível superfaturamento de R$ 161 milhões em contrato feito sem licitação com uma empresa de software, investigado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), conforme revelou a Folha de S.Paulo.
 

A Fundação Butantan é uma entidade privada sem fins lucrativos que tem como objetivo administrar os recursos financeiros do instituto, obtidos principalmente pela venda de vacinas e soros ao Ministério da Saúde. Em 2020, primeiro ano da pandemia, a receita da fundação saltou de cerca de R$ 1,9 bilhão, em 2019, para mais de R$ 2,7 bilhões em 2020, segundo divulgação do balanço financeiro da entidade.
 

Kallás defende o modelo da fundação por dar celeridade administrativa e financeira, inclusive para a contratação de pesquisadores, e diz que, a partir de uma aliança estratégica aprovada em novembro passado, a ligação entre o instituto e a fundação estará mais estreita e haverá mais transparência na utilização dos gastos.
 

Ele afirma que também já convidou o presidente do TCE (Tribunal de Contas do Estado), Dimas Ramalho, a fazer uma visita à fundação para para discutir termos de conduta também visando mais transparência às relações.
 

Os gastos da fundação devem ser empenhados em atividades de interesse do instituto, como em pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação. O governo Doria, no entanto, utilizou do superávit dessa receita para compras relacionadas à pandemia da Covid, por exemplo na compra de insumos e equipamentos hospitalares, que em tese são de responsabilidade do governo do Estado.
 

Kallás afirma que o principal ponto de apoio da fundação em relação ao instituto é na contratação de funcionários para expansão do centro de produção de vacinas e na capacitação de mão de obra, uma vez que novas contratações pelo governo estadual estão paralisadas.
 

Entre os projetos de expansão do instituto estão a reforma e readequação do prédio para produção da vacina contra dengue, que está em fase final de estudos clínicos, e da preparação para obtenção da licença de boas práticas de manufatura da fábrica de vacinas multipropósito (também chamada de CMPV), cuja obra foi finalizada em março de 2021 após mais de seis meses de atraso.
 

Atualmente, o maquinário da fábrica está em fase de testes para entrar com a solicitação junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para começar a produção das primeiras doses no centro.
 

"A construção de uma fábrica é um projeto grande, que depende dessa relação entre a fundação e o instituto, com muitos profissionais associados", disse.

 
 
 
Fonte: Bahia Notícias



 

 


 

 

 

 

 

 

 

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