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Imagem sobre CBF detalha tabela da 1ª fase da Copa do Brasil; Bahia, Vitória e times do interior jogam no mesmo dia

Foto: Lucas Figueiredo / CBF

A Confederação Brasileira de Futebol detalhou, neste sábado (11), a tabela da primeira fase da Copa do Brasil. Atlético-BA, Bahia, Bahia de Feira, Jacuipense e Vitória entrarão em campo todos no mesmo dia, 1º de março, uma quarta-feira. 

 

O Vitória visitará o Nova Iguaçu às 16h, no estádio Jânio Morais. Para se classificar para a segunda fase, depende de um empate. 

 

Já Bahia e Jacuipense se enfrentam a partir das 21h30, em local ainda a definir. O presidente do Leão do Sisal, Gegê Magalhães, afirmou recentemente, em entrevista ao Bahia Notícias, que o duelo deve acontecer na Arena Valfredão, em Riachão do Jacuípe. No entanto, não descartou trazer o jogo para o Barradão ou para Feira de Santana. O time do interior precisa vencer, enquanto para o Esquadrão também basta um empate. 

 

Atlético de Alagoinhas e Bahia de Feira são outros que jogam em casa e, portanto, precisam da vitória para avançar para a 2ª rodada. 

 

Ambos jogarão no mesmo horário, às 19h. O Carcará contra o Atlético-GO, no estádio Antônio Carneiro, e o Tremendão contra o Red Bull Bragantino, na Arena Cajueiro. 

 

Vale lembrar que a Copa do Brasil terá premiação recorde em 2023. A equipe campeã  equipe campeã irá embolsar a quantia de R$ 70 milhões de reais, enquanto a vice-campeã receberá R$ 30 milhões. No total, o campeão pode faturar até R$ 91,8 milhões, caso faça parte do Grupo I (Série A) e dispute todas as fases da competição.

 

Confira a tabela de jogos dos times baianos: 

 

1º de março, quarta-feira 

 

16h - Nova Iguaçu x Vitória - Estádio Jânio Morais, em Nova Iguaçu (RJ)

19h - Atlético-BA x Atlético-GO - Estádio Antônio Carneiro, em Alagoinhas (BA)

19h - Bahia de Feira x Red Bull Bragantino - Arena Cajueiro, em Feira de Santana (BA)

21h30 - Jacuipense x Bahia - Local ainda a definir 

 

Fonte: Bahia Notícias

Imagem sobre Anvisa proíbe venda e uso de todas as pomadas para modelar e trançar cabelos

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu, nesta sexta-feira (10), a comercialização de todas as pomadas utilizadas para modelar e trançar cabelos. Enquanto a medida estiver em vigor, nenhum lote de qualquer desses produtos pode ser comercializado e não deve ser utilizado por consumidores e profissionais de beleza.
 

A decisão da agência foi tomada após os recentes casos de cegueira temporária, forte ardência nos olhos, lacrimejamento intenso, coceira, vermelhidão, inchaço nos olhos e dor de cabeça ligados ao uso das pomadas.
 

Jaqueline de Jesus teve cegueira temporária após utilizar pomada modeladora Arquivo pessoal Jaqueline de Jesus **** Esses produtos são utilizados para realização de penteados, tranças e o chamado baby hair. São produtos muito usados em cabelos crespos e cacheados para trazer definição, mas podem ser aplicados em qualquer tipo de cabelo.
 

Segundo as informações disponíveis, os eventos ocorreram, principalmente, com pessoas que tomaram banhos de mar, piscina, ou mesmo de chuva após terem feito uso dos produtos.
 

"A decisão é resultado de uma avaliação de risco feita pela Anvisa e foi adotada tendo em vista o aumento do número de casos de efeitos indesejáveis graves associados ao uso desse tipo de produto", disse a agência reguladora, em nota.
 

A norma permanece vigente enquanto são realizados testes, provas, análises ou outras providências sobre esses produtos.
 

A Anvisa alerta que mesmo exemplares adquiridos anteriormente e existentes nas residências ou em salões de beleza não devem ser utilizados. No entanto, não há previsão de recolhimento.
 

A agência reguladora alertou ainda aos profissionais de saúde que, ao realizarem atendimento de pacientes com quaisquer efeitos indesejáveis que possivelmente estejam relacionados com o uso de produtos para trançar e modelar os cabelos ou de outros produtos cosméticos, notifiquem o caso à Anvisa.

 
 
 
Fonte: Bahia Notícias

Imagem sobre Mortalidade infantil yanomami é 10 vezes maior que a média do Brasil

Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

A taxa de mortalidade de bebês no primeiro ano de vida na população yanomami atingiu 114,3 a cada mil nascimentos em 2020. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), o número é 10 vezes a taxa registrada no país inteiro. As informações são do portal Agência Brasil.

 

Os números de mortalidade em território yanomami superam os dos países africanos Serra Leoa e República Centro-Africana, que estão entre os mais pobres do mundo e têm os maiores índices de mortalidade de crianças. Serra Leoa tinha, em 2020, taxa de mortalidade de 80,5 e a República Centro-Africana, de 77.

 

Segundo relatório da Missão Yanomami, divulgado pelo Ministério da Saúde, as mortes de bebês recém-nascidos representaram quase 60% dos óbitos em menores de um ano de 2018 a 2022. De acordo com o relatório, isso revela falha na atenção à gestação, ao parto e aos cuidados recebidos no nascimento. O documento indica a desnutrição como uma das principais causas de óbito de crianças. A Missão Yanomami foi realizada de 15 a 25 de janeiro.

 

A doutora em nutrição e professora aposentada da Universidade Federal de Pernambuco Sonia Lucena explica que a desnutrição impacta severamente na imunidade das crianças.

 

"É muito comum na desnutrição você ter infecção respiratória aguda, às vezes pneumonia, e muitas vezes o que mata uma criança desnutrida é uma septcemia, porque o organismo dela, por não ter condições de se proteger, também perde as condições de se recuperar diante destas doenças. E o comprometimento no crescimento e no desenvolvimento normal do cérebro nesta faixa precoce da vida, ele é irrecuperável", disse Sonia.

 

Dados coletados desde 2015 apontam frequência de baixo peso. Em 2021, esse índice chegou a 56,5% das crianças yanomami. Quase metade das gestantes estava abaixo do peso em 2022.

 

Fonte: Bahia Notícias

 

Imagem sobre Com greve de rodoviários da RMS, Prefeitura de Lauro de Freitas reforça transporte com vans

Foto: Daniele Rodrigues / Sedur

Conforme prometido pelo Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários (Sindmetro), os ônibus do sistema metropolitano não saíram das garagens nesta quarta-feira (8).

 

Em protesto em busca pela aplicação da chamada PEC do Transporte, que prevê a redução dos danos à categoria durante a pandemia, a categoria decidiu pela paralisação de 24 horas.

 

Na tentativa de amenizar o problema, a Prefeitura de Lauro de Freitas disponibilizou vans para reforçar o sistema de transporte municipal alternativo, a partir das 5h da manhã nos principais pontos de ônibus da cidade.

 

Além de Lauro de Freitas, os rodoviários dos municípios de Candeias, Camaçari e parte de Simões Filho também aderiram à mobilização. A manifestação engloba os coletivos das empresas Expresso Vitória, Costa Verde, Atlântico, ATP, Avanço Transportes, Asa Bela Transportes e Cidade Sol.

 

A Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba) se reuniu com sindicalistas na tarde de terça-feira (7). Em nota, a Agerba informou que não tinha conhecimento do protesto, o qual foi anunciado na segunda (6), e que convidou o sindicato para uma reunião a fim de negociar o cancelamento da paralisação.

 

“A Agerba não havia sido notificada sobre a possibilidade de paralisação, programada para  a próxima quarta. Ao tomar conhecimento convidou o sindicato para uma reunião, na tarde desta terça, no intuito de chegar a um entendimento quanto ao repasse da gratuidade dos idosos, com base na MP 123/2022. Enquanto a Agência Reguladora, a organização está atuando para evitar prejuízos à população”, disse a Agerba.

 
 
 
Fonte: Bahia Notícias

Imagem sobre Mototaxistas por aplicativo protestam na subida da Ligação Iguatemi-Paralela e congestionam trânsito na região

Foto: Reprodução / Transalvador

Condutores de motocicletas que transportam passageiros por intermédio de aplicativos e plataformas digitais realizam mais um protesto na manhã desta quinta-feira (9), na subida da Ligação Iguatemi-Paralela (LIP). 

 

Através do perfil oficial no Twitter, a Superintendência de Trânsito do Salvador (Transalvador) alertou sobre a ocorrência, que deixou o trânsito congestionado na região.

 

Os profissionais, que trabalham na informalidade, reclamam da aplicação da Lei Municipal 9.107/2016, que prevê o combate ao transporte irregular em Salvador.

 

O grupo tem realizado uma série de mobilizações ao longo das últimas semanas. No dia 31 de janeiro, os motociclistas realizaram uma manifestação e congestionaram a Avenida Luís Viana Filho, a Paralela.

 

No dia 27 de janeiro, os manifestantes chegaram a paralisar a Avenida Tancredo Neves, alegando que a legislação vem prejudicando os proprietários das motocicletas, aplicando multas que chegam a custar R$ 2.500.

 

A prefeitura alega que a legislação é de combate ao transporte clandestino, não sendo direcionada para aplicativos de mensagens.

 

Fonte: Bahia Notícias



 

 


 

 

 

 

 

 

 

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