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Imagem sobre Câncer de pênis causa 9 amputações por semana; 7.790 pessoas perderam a genital nos últimos 15 anos

Foto: Reprodução / iStock

Em média, 9 pessoas têm o pênis amputado por semana em decorrência do desenvolvimento de câncer na genitália. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), entre 2007 e 2022 foram realizados 7.790 procedimentos de amputação do pênis no Sistema Único de Saúde (SUS).

 

De acordo com o G1, apesar de representar 2% de todos os tipos de câncer que atingem o sexo masculino, o câncer de pênis matou 463 pessoas em 2020, segundo o Atlas de Mortalidade por Câncer do Ministério da Saúde.

 

"O Brasil é um dos campeões mundiais na incidência de câncer de pênis, que é facilmente evitável com higiene íntima e tratamento da fimose", afirma Ubirajara Barroso Jr., urologista especialista em reconstrução genital e chefe de cirurgia reconstrutiva de uretra do hospital da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

 

De acordo com a SBU, para evitar a doença, existem quatro ações fundamentais:

  • Limpeza adequada do pênis com água e sabão puxando o prepúcio para higiene da glande. A limpeza deve ser realizada todos os dias e após as relações sexuais.
  • Tomar a vacina do HPV disponível gratuitamente pelo SUS.
  • Realização da postectomia (retirada do prepúcio) quando essa pele que encobre a cabeça do pênis não permite a higienização correta.
  • Uso de preservativo para evitar contaminação por ISTs como o HPV.

 

Fonte: Bahia Notícias

Imagem sobre Salvamar contabiliza 847 ocorrências no primeiro fim de semana de fevereiro

Foto: Bruno Concha / Secom-PMS

A Coordenadoria de Salvamento Marítimo (Salvamar) registrou 847 ocorrências nas praias de Salvador somente no primeiro final de semana de fevereiro. Os dados levam em conta registros sem mortes na faixa de orla que vai do Jardim de Alah até a praia de Ipitanga, nos dias 3 a 5 deste mês.

 

Também foram contabilizados dois casos de crianças perdidas, que foram resgatadas pelas equipes de salva-vidas e reconduzidas aos familiares. Foram realizados, ainda, outros atendimentos em via pública e nas praias, como suporte a pessoas que apresentaram mal-estar não relacionado a afogamento.

 

Para evitar ocorrências nas praias, a Salvamar recomenda aos banhistas que procurem um posto dos salva-vidas para que recebam orientações sobre o banho de mar no local escolhido. Além disso, é necessário observar a cor da bandeira instalada no dia – a vermelha, por exemplo, indica perigo de correntes marítimas e buracos.

 

Crianças devem estar sempre a um braço de distância para evitar que se percam, principalmente neste período de maior número de pessoas nas praias. É necessário ainda evitar consumir bebida alcoólica ou alimentos pesados antes de dar um mergulho. Vale também a máxima: água no umbigo é sinal de perigo.

 

Atualmente, a Salvamar conta com 34 postos espalhados nos 28 quilômetros de orla, desde a praia de Jardim de Alah até a praia de Ipitanga, além de equipes náuticas e de resposta rápida. Outros quatro postos móveis atuam diariamente e servem também a eventos do município.

 

Fonte: Bahia Notícias

Imagem sobre Operação de saúde do Carnaval irá contar com mais de 140 leitos, módulos de assistência e ambulanchas

Foto: Erem Carla / Bahia Notícias

A prefeitura de Salvador anunciou nesta terça-feira (7), durante uma coletiva no Hotel da Bahia, no Campo Grande, todo o esquema preparado para a prestação de serviços pelos órgãos municipais durante o Carnaval de 2023. Uma das operações divulgadas pela gestão foi no âmbito da assistência em saúde nos dias de folia.

 

A secretária de Saúde e vice-prefeita do município, Ana Paula Matos, foi a responsável por fazer a apresentação do trabalho que será realizado pela pasta capitaneada por ela. 

 

Ao todo, 5300 plantões serão realizados pelos 1500 profissionais de saúde mobilizados para atuar no festejo. Cinco equipes especializadas em cirurgias bucomaxilofacial irão prestar apoio nas ocorrências registradas dentro dos circuitos e 115 médicos estarão em serviço nos equipamentos montados nos diferentes percursos.

 

Quanto a estrutura, serão disponibilizados 135 leitos, 11 módulos de saúde, 11 leitos de estabilização, 73 ambulâncias, 12 motolâncias e 2 ambulanchas.

 

Ainda no escopo da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), estarão em atividade durante o Carnaval 10 postos da Vigilância Sanitária e 2 postos do Fique Sabendo - projeto que realiza testagens rápidas para Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s). 

 
 
 
Fonte: Bahia Notícias

Imagem sobre Canabidiol no SUS: saiba quem pode se beneficiar do tratamento

Foto: Reprodução / UOL

A população paulista agora pode ter acesso à cannabis medicinal por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sancionou no fim de janeiro uma lei que autoriza a distribuição gratuita de medicamentos à base de canabidiol (CBD) na rede pública de saúde do estado.

 

Com a legislação, remédios com registro prévio na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) poderão ser distribuídos a pacientes com laudo e prescrição médica. 

 

Para ter acesso à medicação, também é preciso ter um atestado comprovando não ter condições de pegar pela medicação. As informações são do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.

 

Fonte: Bahia Notícias

Imagem sobre Brasil tem ao menos 4 processos por dia por registro e divulgação de imagens íntimas

Foto: Evelyn Araújo e Carlos Soares /SSP-AM

Conhecido como "pornografia de vingança", a prática de compartilhar imagens íntimas de uma pessoal como forma de puni-lá ainda é muito recorrente no país. De acordo com levantamento feito pelo g1, a partir de informações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), entre janeiro de 2019 e julho de 2022, o Brasil registrou ao menos 5.271 processos judiciais envolvendo divulgação desse tipo de imagem sem o consentimento da vítima. 

 

O estado com maior número de casos é Minas Gerais (18,8%), seguido de Mato Grosso (10,93) e Rio Grande do Sul (10,17%). A média no país é de 4 registros por dia. Para realizar o levantamento, também foi realizado consulta aos Tribunais de Justiça dos estados. 

 

 

Apesar de alarmante, os números podem ser ainda maiores. Segundo o portal, muitos dados referentes a essa tipificação ainda são desconhecidos, já que os processos se baseiam em duas leis crianças em 2018: Lei Rose Leonel (13.771/18) e 13.718/18. 

 

Outros fatores que contribuem para o "apagão" de dados, segundo especialistas, são o medo das vítimas de denunciar e o fato de que práticas como divulgar nudes e cenas de sexo sem consentimento só receberam legislação específica no Código Penal em dezembro de 2018.

 

 

LEIS:

 

• lei Rose Leonel (13.772/18), considera crime o "registro não autorizado da intimidade sexual"; punição é seis meses a 1 ano de detenção;

 

• lei 13.718/18: criminaliza a "divulgação de cena de estupro ou de cena de estupro de vulnerável, sexo ou pornografia sem consentimento", inclusive o compartilhamento; a pena varia de 1 a 5 anos de reclusão.

 

Fonte: Bahia Notícias

 



 

 


 

 

 

 

 

 

 

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