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Fonoaudióloga é acusada de tentar raptar crianças em Salvador
Suspeita prestou depoimento. Foto: Reprodução / TV Bahia

Uma fonoaudióloga foi detida por suspeita de perseguir e tentar sequestrar crianças, em Salvador, após duas pessoas registrarem Boletim de Ocorrência na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca). A suspeita prestou depoimento na quinta-feira (15). As informações são do G1.

 

A delegada Simone Moutinho, responsável por investigar o caso, disse que a mulher confirmou ter se aproximado das crianças, no entanto, garantiu que não tinha intenção de sequestra-las.

 

“Ela disse que gostava muito de crianças, que tinha trabalho com autistas e que as crianças sofreram muito durante o período da pandemia [da Covid-19]. A mulher também falou que não tinha intenção de fazer qualquer tipo de mal”, disse a delegada.

 

De acordo com a delegada, no depoimento a mulher apresentava falas confusas, o que poderia ser indício de um problema psiquiátrico. A suspeita foi encaminhada para uma avaliação médica no Hospital Psiquiátrico Juliano Moreira e, a partir do resultado, a polícia vai decidir quais os próximos passos da investigação.

 

No fim da tarde desta quinta, a polícia informou que a companheira da suspeita esteve no hospital e assinou um termo de responsabilidade para a liberação da mulher. A Dercca segue com as investigações e novos depoimentos foram agendados.

 

Fonte: Bahia Notícias

Bancos culpam vítimas por golpes, dizem órgãos de defesa do consumidor
Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

Para órgãos de defesa do consumidor, os bancos não fazem o suficiente contra golpes. Apesar de investir em campanhas informativas, as instituições falham ao se isentar da responsabilidade e atribuir culpa ao cliente, dificultando também o auxílio às vítimas.
 

"Eles dizem a todo momento que a culpa é da vítima", diz Guilherme Farid, diretor-executivo do Procon SP. Farid aponta que a educação é importante, mas que não é o suficiente para evitar o prejuízo provocado pelas instituições ao permitir transações que fogem do perfil do consumidor.
 

"A partir do momento que você resolve depositar seu patrimônio numa instituição financeira, você quer a segurança de que ele não sairá de lá sem a sua autorização. E nesse cenário, cabe ao prestador de serviço adotar todas as cautelas e tecnologias possíveis para não autorizar", explica.
 

Ainda assim, as instituições se isentam da responsabilidade. A economista e coordenadora do programa de serviços financeiros do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Ione Amorim, critica a falta de atenção aos clientes que são vítimas de golpes financeiros.
 

"O que encontram quando recorrem ao SAC por telefone é uma sequência de gravações, com um roteiro cheio de perguntas que dificultam falar diretamente com alguém que os orientem e providencie os bloqueios necessários ou encaminhamento correto para contestação de operações involuntárias", explica Amorim.
 

Ela acrescenta que as agências não possuem atendimento priorizado ou respostas padronizadas às ocorrências, deixando a qualidade do atendimento dependente da interpretação de quem acolhe a demanda.
 

Nas redes sociais, chats com robôs não ajudam a resolver a questão, além de retardar procedimentos de bloqueios, reparação ou orientações sobre como melhorar as configurações de segurança.
 

Procon e Idec veem falhas de segurança de instituições Representantes do Procon SP e do Idec indicam que há uma falha no sistema de segurança dos bancos, especialmente ao não identificar operações anormais em contas bancárias, que poderiam ser questionadas antes da confirmação.
 

A falha, para Farid, seria no gerenciamento do perfil de consumo do cliente. Ele aponta que os bancos têm informações sobre os hábitos e rotinas financeiras dos usuários, assim como tecnologia suficiente para identificar transações suspeitas, mas não agem para impedir os golpes.
 

"Como você justifica, por exemplo, um consumidor que teve seu celular furtado e eventualmente o bandido conseguiu fazer um empréstimo de R$ 50 mil às 3h? Ou 50 transações Pix em menos de 30 minutos e esvaziar a conta do consumidor?", questiona.
 

Amorim complementa que os bancos precisam desenvolver sistemas de segurança não somente para sua proteção interna, mas também do cliente, e exemplifica com o que observou no lançamento do Pix.
 

"O sistema foi anunciado com grande ênfase na praticidade e segurança nas operações instantâneas, mas isso entre os bancos. Pouco foi feito para dar segurança aos usuários do sistema, e hoje vivemos uma situação grave de fraudes e violência por falta de segurança para quem o opera."
 

A economista também critica a disponibilização automática de limite de cheque especial e crédito pré-aprovado em patamares muito acima do perfil de renda dos consumidores. "Além de estimular o endividamento, favorecem a prática de fraudes em roubos de celulares."
 

Febraban afirma que bancos têm investido em prevenir fraudes Procurada pela Folha de S.Paulo, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) diz que, junto dos bancos, investe constantemente e de maneira massiva em campanhas e ações de conscientização.
 

"Os bancos têm implementado diversas tecnologias, como georreferenciamento, biometria, tokenização, reconhecimento de IP, além de comunicação aos clientes para preservar suas senhas e comunicar ao banco imediatamente após algum evento, roubo de celular por exemplo."
 

Complementa que clientes têm à sua disposição mecanismos como aviso por SMS, supressão de funcionalidades e limite de transações, e que os bancos entram em contato quando identificam anormalidades nas transações.
 

"Nas redes sociais da Federação, a comunicação antifraudes e golpes prossegue de forma ininterrupta por meio do site https://antifraudes.febraban.org.br/ e com a campanha 'Pare & Pense, Pode ser Golpe', amplamente divulgada em 2021, que se reinicia em setembro de 2022."
 

A Febraban declara ainda que, além de realizar campanhas educativas, os bancos investem cerca de R$ 3 bilhões por ano em sistemas de tecnologia da informação voltados para segurança. Segundo a federação, o valor corresponde a cerca de 10% dos gastos totais do setor com tecnologia da informação.
 

A entidade também afirma que os bancos atuam em parceria com forças policiais para auxiliar na identificação e punição de criminosos virtuais, com acordo de cooperação técnica com a Polícia Federal desde 2015 para o combate às fraudes eletrônicas bancárias.
 

"Neste período, através dos trabalhos de inteligência e investigação da Polícia Federal, já foram deflagradas mais de 60 operações como Boleto Real, BR 153, Creeper, Valentina, entre outras."
 

Acrescenta que apoiou o processo de tramitação da lei 14.155, sancionada em maio do ano passado, que prevê punições severas para fraudes e golpes cometidos em meios eletrônicos e declara que, sobre ressarcimento, "cada instituição financeira tem sua própria política de análise e devolução, baseada em análises individuais, considerando as evidências apresentadas pelos clientes e informações das transações realizadas".
 

Companhias de cibersegurança dizem que bancos são referências de boas práticas Daniel Barbosa, especialista em segurança da informação da Eset, diz que os bancos são considerados referências de boas práticas quando se trata de proteger seus ativos, sempre implementando novas tecnologias e camadas adicionais de proteção.
 

"O aplicativo, por ser de propriedade do banco, conta com a mesma segurança robusta que citei anteriormente, porém, quando o golpe é dedicado a comprometer o usuário em si o cenário ganha variáveis que adicionam complexidades distintas à equação", opina Barbosa.
 

O especialista elogia as campanhas informativas e indica que, quanto ao auxílio às vítimas, considera imprescindível que elas saibam a que meios recorrer em caso de incidentes. "Este tipo de informação pode ser divulgado nas próprias campanhas de conscientização", complementa.
 

Para Barbosa, medidas automáticas de bloqueio como as sugeridas por Farid são possíveis de serem implementadas, mas podem impactar negativamente a percepção do usuário sobre o sistema, visto que ela poderia bloquear ações legítimas e gerar atrasos na utilização da plataforma.
 

"Ainda assim é possível pensar em formas variadas de validação de usuários, como uso ostensivo de biometria, restrição de horários para realização de determinadas atividades, fatores de autenticação adicionais com possibilidade de uso de geolocalização e diversos outros pontos", diz.
 

Já Eduardo Bernuy Lopes, diretor executivo da Redbelt Security, diz que vê as iniciativas por parte dos bancos com grande otimismo, especialmente as dedicadas a informação e conscientização.
 

"Fazendo uma analogia, não passamos informações sobre a segurança de nossas casas caso alguém nos pergunte, mas muitas pessoas ainda inserem dados pessoais e confidenciais se quem está perguntando é um site ou uma ligação que parece um robô, solicitando que digite sua senha pelo teclado numérico."
 

Lopes opina que a prioridade deve ser a informação. "Os bancos estão no caminho certo. Quanto mais pessoas souberem, menor será a chance de serem enganadas.

 

Fonte: Bahia Notícias

 

Parceria entre Prefeitura e Senai certifica mais profissionais para mercado de trabalho
Foto: Betto Jr./Secom

Moradora do bairro de São Caetano, a assistente administrativa Luciana Reis, de 32 anos, enxergou no programa Treinar para Empregar uma oportunidade de mudar de profissão e ter mais oportunidades no mercado de trabalho. Aluna do curso de instalador elétrico, ela disse que as aulas permitiram que saísse da “zona de conforto” e agora considera-se apta para atuar em uma nova função.

 

Assim como Luciana, outros dez alunos participantes das primeiras turmas do programa, realizado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-Ba), receberam certificado de conclusão entregue pelo prefeito Bruno Reis, em cerimônia simbólica realizada nesta quarta-feira (14), na unidade Dendezeiros do Senai-Ba, na Cidade Baixa. Também estiveram presentes no evento as titulares das secretarias municipais de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (Semdec), Mila Paes, e de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), Fernanda Lordêlo, dentre outras autoridades.

 

A iniciativa é proveniente do contrato assinado em julho passado, entre a Prefeitura e o Senai, e que segue até dezembro, prevendo a capacitação total de 4.380 mil pessoas em 39 turmas, sendo 2.820 jovens e trabalhadores e 1.560 mulheres. O investimento foi de R$4 milhões.

 

São 177 cursos gratuitos já oferecidos, destinados à formação de eletricista, pedreiro polivalente, pintor, manutenção de ar-condicionado, instalador de som automotivo, eletricidade automotiva, montador de sistema fotovoltaico, mecânico automotivo, operador de empilhadeira, logística de distribuição, português e matemática, instalações elétricas predial, assistente de recursos humanos, auxiliar de logística, dentre outros.

 

"Não há nada que dê maior dignidade do que a realização de sonhos. Salvador tem um problema grande de desemprego e sabemos que para vencer essa barreira temos que trabalhar a questão da qualificação profissional. O Simm, por exemplo, tem setores que necessitam de pessoas e não encontra trabalhadores preparados para ocupar essas profissões. Por isso, programas como o Treinar para Empregar vêm para contribuir na capacitação dos profissionais para o mercado de trabalho e para o empreendedorismo", afirmou o prefeito Bruno Reis.

 

Até o final deste ano, a Prefeitura vai capacitar quase 8 mil pessoas, fortalecendo o conceito do Serviço de Intermediação de Mão de Obra (Simm), que compreende a qualificação de trabalhadores como ferramenta importante para aumentar a possibilidade de contratação no mercado de trabalho. Os cursos então realizados pelo Treinar para Empregar atendem a uma demanda empresarial, sobretudo nos setores da construção civil e automotivos, além de permitirem a formação de um banco de dados de pessoas qualificadas, inseridas num público mais diversificado, contemplando diversos gêneros.

 

“O Treinar para Empregar veio suprir uma demanda nessa área de capacitação e qualificação de mão de obra, que consideramos ser uma das alavancas para o desenvolvimento econômico da cidade. Escutamos isso dos empresários que já estão aqui e dos investidores que querem vir sobre a importância da qualificação”, declarou Mila Paes. 

 

Para Fernanda Lordêlo, os programas de capacitação trazem também muita força para as mulheres, pois permitem que elas atuem em funções que não ocupavam antes. Além do Marias da Construção, desenvolvido pela pasta para formação de mão de obra feminina para a construção civil, também está sendo desenvolvido o Auto Mulher, que capacitará 589 alunas em 28 turmas para a área de manutenção e mecânica automotiva.

 

Fonte: Bahia Notícias

 

Fim da pandemia de Covid-19 está à vista, diz diretor-geral da OMS
Foto: Paula Froes/Govba

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse hoje (14) que o mundo nunca esteve em melhor posição para encerrar a pandemia de Covid-19. “Ainda não chegamos lá, mas o fim está à vista”, destacou, ao lembrar que, na semana passada, o número de mortes reportadas pela doença foi o menor desde março de 2020.

 

“Já conseguimos ver a linha de chegada. Estamos em posição de vencer. Mas agora é o pior momento para se parar de correr. É o momento de correr mais rápido, de garantir que cruzaremos a linha de chegada e colheremos os frutos de todo o nosso trabalho árduo”, avaliou Tedros, de acordo com a Agência Brasil. 

 

O diretor-geral da OMS alertou ainda que, caso o mundo não utilize essa oportunidade, corre sério risco do surgimento de novas variantes da covid-19, de mais mortes provocadas pela infecção e de ainda mais incerteza de cenários futuros. “Então, vamos aproveitar a oportunidade”, completou.

 

“Pedimos a todos os países que invistam em vacinas para 100% dos grupos de risco, incluindo trabalhadores da saúde e idosos”, disse Tedros, citando como prioridade manter a taxa de imunização em 70%. “Continuem testando a sequenciando o SARS-CoV-2, além de integrar a vigilância e os serviços de testagem para outras doenças respiratórias, incluindo a influenza”.

 

Fonte: Bahia Notícias

Campanha de vacinação antirrábica em Salvador entra na última semana
Foto: Jefferson Peixoto / Secom-PMS

A campanha de vacinação antirrábica entra na última semana de mobilização em Salvador. A ação acontece em 100 postos de saúde e com duplas volantes de agentes de endemia que percorrem as ruas da capital de segunda à sexta-feira, exceto feriados, das 8h às 14h. Quem ainda não vacinou o cão ou gato de estimação pode consultar a lista completa dos locais no site www.saude.salvador.ba.gov.br e nas redes sociais da Prefeitura, além do canal Fala Salvador 156 e pelo telefone do Centro de Controle de Zoonoses, no telefone (71) 3611-7331, onde será possível também tirar dúvidas. 

 

A estratégia será finalizada no próximo sábado (17), quando será realizado o Dia D com oferta da vacina contra raiva para cães e gatos. A programação do dia D será divulgada até sexta-feira (16).

 

A meta da estratégia é vacinar 190 mil cães e gatos na cidade e, até o momento, 150 mil (78%) estão imunizados. “Estamos confiantes que conseguiremos proteger ao máximo nossos animais, já que montamos toda uma estrutura com o apoio fundamental dos agentes para intensificar o acesso a essas doses como o drive, os pontos fixos aos finais de semana, as duplas volantes percorrendo ruas da cidade”, informa o titular da SMS, Décio Martins.

 

Devem ser imunizados animais a partir dos três meses de idade, exceto os que estiverem doentes. O último caso de raiva humana em Salvador foi registrado em 2004. “A vacinação é a principal medida de prevenção da raiva, que é uma zoonose com 100% de letalidade. Por isso é importante que a população procure os postos. Nos últimos anos, Salvador registrou casos confirmados de raiva em morcegos, com isso, os cães e gatos de estimação ficam vulneráveis ao contato”, explica a chefe do setor de raiva do CCZ, Danielle Dantas.

 

Fonte: Bahia Notícias



 

 


 

 

 

 

 

 

 

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