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Ajudar um Hospital exclusivamente pediátrico e de alta complexidade, que atende mais de 80 mil crianças de todo o estado em 28 especialidades médicas. Esse é o objetivo principal da campanha de final de ano que o Martagão Gesteira lança, nesta segunda-feira (24).
A instituição pede que os baianos doem e passem a fazer parte da rede de "Amigos do Martagão", doadores regulares que ajudam mensalmente com diferentes valores.
"Todos os anos, aproximadamente de outubro a dezembro, o Martagão vem a público pedir à sociedade que nos ajude com doações. Precisamos arrecadar recursos para tentar cobrir o déficit mensal de R$ 700 mil e fechar as contas do ano. Cada ajuda, independentemente do valor, é uma contribuição muito importante para a causa da saúde da criança", afirma o superintendente geral da Liga Álvaro Bahia (mantenedora do Martagão), Carlos Emanuel Melo.
A campanha tem o mote "Esperança, é o que temos para hoje”. Para ajudar, os baianos podem fazer doações via Pix (por meio da chave O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.) ou pelo site da instituição filantrópica.
É possível, ainda, se tornar um "Amigo do Martagão" e passar a ajudar mensalmente o hospital, referência em especialidades como oncologia, neurologia e cardiologia, entre outras.
Fonte: Bahia Notícias

A Acelen anunciou, na manhã deste sábado (22), a redução dos preços dos combustíveis produzidos na Refinaria de Mataripe, na Região Metropolitana de Salvador. O valor do diesel caiu 6,1%, enquanto o da gasolina reduziu 4,2%.
De acordo com a Acelen, o preço dos combustíveis produzidos por ela na refinaria baiana seguem critérios de mercado, que levam em consideração variáveis como custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais, dólar e frete, podendo variar para cima ou para baixo.
Ainda segundo a empresa, controlada pelo grupo árabe Mubadala Capital, a política de preços praticada por ela é transparente e amparada por critérios técnicos, em consonância com as práticas internacionais de mercado.
Fonte: Bahia Notícias

Fonte Imagem: Correio da Bahia
Agentes comunitários de saúde e de combate às endemias reforçaram o pedido para votar a última proposta de reajuste salarial apresentada pela prefeitura de Salvador e criticaram novamente os sindicatos que têm colocado interesses eleitoreiros acima dos interesses de classe. Em assembleia nesta sexta-feira (21), um grupo de agentes voltou a pedir para que a proposta seja votada.
Durante o encontro, os profissionais gritaram "votação" enquanto sindicalistas da categoria conduziam a assembleia. Enquanto os representantes falavam, o grupo de insatisfeitos bradava "nada, é votação hoje" e pedia para que os sindicalistas colocassem a proposta para apreciação, mas eles se recusaram e a pauta não foi votada novamente.
Em mais uma manobra, na última quarta-feira (19), dirigentes sindicais de entidades representativas dos agentes se recusaram a colocar em votação proposta da gestão municipal, apesar do pedido dos profissionais. Na última assembleia, os sindicalistas ignoraram os gritos de "proposta" e "votação". Foram vaiados pela maioria dos presentes, que acusam os dirigentes de usar a categoria com fins eleitorais.
Em postagem nas redes sociais, o agente Ubiraci Moraes atribuiu ao Sindicato de Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias da Bahia (Sindacs) a manobra para não votar a proposta apresentada pela prefeitura, que poderia levar a um acordo com a categoria, negociado desde maio. Segundo Ubiraci, representantes da Associação dos Agentes de Saúde (AACES) chegaram a tentar ler a proposta, mas foram impedidos.
“A gestão enviou contraproposta que não retira o plano de cargos e vencimentos (PCV), conserva o avanço de nível e garante gratificações. Por manobra do Sindacs (BA), a contraproposta foi impedida de ter sido lida e apresentada à categoria”, escreveu o profissional, ao afirmar que houve "imposição e desrespeito aos servidores”.
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O uso político dos agentes pelos sindicatos já é apontado há meses. Ligada a representantes sindicais dos agentes, a advogada Elane Alves (PSD) fez dobradinha na eleição com Matheus de Geraldo (MDB), filho do vereador Geraldo Jr (MDB), presidente da Câmara de Salvador e candidato a vice-governador na chapa do PT. Matheus foi eleito deputado estadual no último dia 2 de outubro.
Gestores de saúde de todo o país já podem solicitar adesão ao novo recurso disponibilizado para a informatização de Centros de Especialidades Odontológicas (CEO). O Ministério da Saúde divulgou um manual mostrando como fazer o procedimento, além de uma nota técnica, que prevê o repasse de R$ 14,1 milhões para até 380 CEOs em todo o Brasil. Somente na Bahia, há um total de 82 CEO’s que poderão ser contemplados com o repasse.
O coordenador-geral de Saúde Bucal da pasta, Wellington Mendes Carvalho, explica que o incentivo servirá para implementar de forma eficiente o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) - cuja versão 5.0 inclui os CEOs. “Isso possibilita a troca de informações clínicas entre os vários serviços e níveis de atenção do Sistema Único de Saúde, melhorando a qualidade dos dados e do atendimento ao usuário”, pontua.
Nesse cenário, o especialista do CEO poderá dar continuidade a um atendimento iniciado por uma equipe de Saúde Bucal da atenção primária - e vice-versa - de forma rápida e automatizada. Os recursos variam de R$ 30,4 mil a R$ 60,8 mil, de acordo com o tipo de CEO, e podem ser utilizados para adquirir equipamentos de infraestrutura para informatizar o estabelecimento.
“Nesse plano de reestruturação, o processo ocorrerá gradualmente. Neste ano, iremos contemplar até 380 dos 1.186 CEOs existentes, e até 2025 a informatização de todas as unidades deve ser finalizada”, conclui Wellington.
De acordo com o manual, para receber o incentivo, o gestor municipal, estadual ou distrital deverá cadastrar uma proposta para a aquisição de equipamentos no Sistema de Propostas do Fundo Nacional de Saúde (SISPROFNS). Na plataforma, é necessário clicar no Programa Estratégico Saúde em Família, Componente Saúde Bucal - Brasil Sorridente, estabelecimento ambulatório.
Após o cadastro, que deve ser feito até 4 de novembro, os pedidos passarão por análise de mérito e técnico-econômica. Aqueles que forem aprovados e habilitados para o recebimento dos recursos financeiros serão publicados em Portaria de habilitação, no Diário Oficial da União, ainda este ano. A normativa também apresentará os valores a serem repassados aos respectivos entes federativos.
Caso o número de propostas ultrapasse o limite orçamentário disponível para 2022, serão priorizados municípios que utilizam PEC na atenção primária e tenham CEO habilitado pelo Ministério da Saúde; CEOs que estejam alcançando as metas mínimas de produção mensal; e, em casos de empate, o critério de pesos do município no programa Previne Brasil.
Fonte: Bahia Notícias
Essencial para o diagnóstico do câncer de mama, a mamografia é atualmente a principal forma de rastrear a doença. A realização do exame é indicada pelo menos uma vez a cada dois anos, para mulheres com idades entre 50 e 69 anos, no Sistema Único de Saúde (SUS).
No entanto, entidades médicas, como a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), defendem a realização anual do exame a partir dos 40 anos de idade. “A diferença de idade preconizada para os exames de rastreio é um fator que deixa descoberta parte da população. As mulheres com idades entre 40 e 49 anos são responsáveis por cerca de 15 a 20% dos casos de câncer de mama”, explica a médica Marina Sahade, do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês.
Mesmo com a idade inicial para começar a fazer mamografias de rastreio aquém daquela indicada pelas sociedades médicas, menos de 10% das mulheres que se tratam no SUS são cobertas pelas mamografias. De acordo com Instituto Nacional do Câncer (Inca), foram realizadas em todo o Brasil 3.145.930 exames de rastreamento em 2021.
Relacionando esse número com dados do IBGE, mulheres com idades entre 50 e 69 anos representaram 16,3% da população. Considerando uma população geral de 212,7 milhões de brasileiros, calcula-se, portanto, que apenas 9% das mulheres realizaram a mamografia preventiva para câncer de mama no Brasil no ano passado. As informações são do portal Metrópoles.
Fonte: Bahia Notícias
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