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A Shein vai inaugurar sua primeira loja física em Salvador, no formato pop-up (temporária), neste final de semana. O estabelecimento ficará aberto do dia 11 (sábado) à 13 (segunda-feira), no Shopping da Bahia. As informações foram divulgadas pelo G1.
Todas as peças da oportunidade (cerca de 9 mil) estarão com 15% de desconto, custando entre R$ 13 e R$ 100. Nas compras a partir de R$ 400, o cliente terá desconto de 20%. A loja funcionará em horário comercial do shopping, das 9h às 22h.
Para ter acesso a loja é preciso realizar o agendamento através do Sympla, de forma gratuita. Neste momento, os horários que foram disponibilizados já estão esgotados.
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Natural de Feira de Santana, Raissa Dutra de 17 anos, é estudante do 3º ano do Ensino Médio. Atualmente, a jovem também está fazendo o curso Integrado em Edificações no Instituto Federal da Bahia (IFBA). Entre os dias 25 e 30 de janeiro, Raissa representou a unidade educacional na Model United Nations (HarvardMUN), simulação da Organização das Nações Unidas (ONU), promovida pela Universidade de Harvard.
Em entrevista ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, ela contou como ganhou a bolsa para participar do evento. “Durante o período pandêmico que nós tivemos, eu estava sentindo uma falta de fazer algo, que fosse uma atividade que realmente eu tivesse o interesse, e realmente algo que eu poderia me identificar. Comecei a fazer simulações da ONU, modelos de debates, até porque sempre gostei de discutir política, este é um ambiente que me sinto bem, e foi através disso que tive o interesse nas simulações. Comecei a fazer todo final de semana, e acredito que tenha feito aí durante todo o ano, umas 30 simulações, sempre debatendo temas diferentes. Precisei passar por um processo seletivo, tinha que fazer uma inscrição, e já nesta inscrição, eu precisava dissertar uma redação informando o motivo que gostaria de ganhar esta bolsa, a importância de estar lá, e como eu já faço parte de um instituto, eles meio que já conhecem e isso facilitou o ingresso”, explicou.
De acordo com Raissa, foram quatro dias de debates, no que resultou em uma grande experiência adquirida. “O comitê começou no dia 25 e foi até o dia 30, um ambiente muito competitivo, eu dormia muito tarde, ficávamos estudando por muito tempo, era um hotel com pessoas do mundo inteiro, então eram várias línguas, tinha gente falando em espanhol, em inglês, até outras línguas que não conhecia, então realmente era um ambiente muito diverso. Mas ao mesmo tempo que era competitivo, tinham os momentos de diversão, alguns momentos da conferências, a gente se reunia para cantar no karaokê, mas também sem extrapolar porque tínhamos que se dedicar ao máximo possível. Um local que observava e encontrava muitas pessoas inteligentes, e ficava me questionando, ‘meu Deus, estou em um local com pessoas muito incríveis'”, relembrou.
Quanto à preparação, Raissa contou que sempre se dedicou aos estudos, mas intensificou as revisões faltando cerca de dois meses para o evento. Como eu já estudo inglês há um tempo, eu tive facilidade para me comunicar lá, embora algumas palavras eu tive dificuldade, era diferente das pessoas que já moram lá, das pessoas mais experientes, porém para o debate, eu anotei alguns pontos no caderno, e através dali, fui tendo a base para argumantar. Como eu já faço simulações da ONU há cerca de dois anos, a minha preparação já teve início a partir deste momento, porém faltando dois meses para a conferência, itensifiquei os estudos, até como forma de desenvolver estratégias”, explicou.
Única representante do IFBA em um evento como este, Raissa destacou a necessidade da oportunidade de outros estudantes também estarem atuando nestes eventos, principalmente aqueles que são da rede pública.
“Eu me sinto muito feliz, acredito que é um espaço para novas experiências, encontrei com estudantes da Bahia, porém da rede privada, e se não estou enganada, alguns estudantes da Bahia da rede pública, foram do Militar. Então acho que existe esta carência de estudantes da rede estadual, da rede federal, tanto eu eu fui a primeira estudante do IFBA, a participar de um evento como este”, concluiu.
Fonte: Bahia Notícias

Entra em vigor, neste mês, a Lei 14.443/2022 que dispensa o consentimento do cônjuge para autorizar a laqueadura, em mulheres, e vasectomia, em homens, que são métodos de esterilização cirúrgica.
É autorizada a esterilização somente por meio de laqueadura, vasectomia ou outro método cientificamente aceito. É vedada a histerectomia (remoção do útero) e ooforectomia (retirada dos ovários).
Em caso de realização da esterilização em desacordo com a lei, é prevista pena de dois a oito anos de reclusão e multa.
A pena pode ser aumentada em um terço se ocorrer nas seguintes situações: durante o parto ou aborto sem manifestação prévia de 60 dias; com manifestação da vontade do esterilizado expressa durante a ocorrência de alterações na capacidade de discernimento por influência de álcool, drogas, estados emocionais alterados ou incapacidade mental temporária ou permanente; em cirurgias de histerectomia e ooforectomia; em pessoa absolutamente incapaz, sem autorização judicial e através de cesárea indicada exclusivamente para esterilização.
A nova lei traz outras mudanças. Veja abaixo:
- A nova lei reduz para 21 anos a idade mínima para a realização dos procedimentos no país. Antes, era 25 anos;
- A idade mínima não será exigida para quem tem, pelo menos, dois filhos vivos;
- A mulher pode solicitar a laqueadura durante o período do parto, o que não era permitido na legislação anterior, de 1996. É necessário manifestar a vontade com 60 dias de antecedência.
Os métodos e técnicas de contracepção deverão estar disponíveis no prazo máximo de 30 dias;
- A legislação manteve a exigência de manifestação pela cirurgia em documento escrito e firmado. Entre a manifestação da vontade e a cirurgia, a pessoa interessada passará por aconselhamento por equipe médica quando receberá orientações sobre as vantagens, desvantagens, riscos e eficácia do procedimento. O objetivo é evitar a esterilização precoce.
Fonte: Bahia Notícias

A bancada feminina está articulando incluir na pauta do plenário da Câmara o projeto de lei que garante a paridade salarial entre homens e mulheres em março. Se aprovado, segue direto para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A deputada Simone Marquetto (MDB-SP) protocolou na última terça-feira (28) na Mesa Diretora um pedido para a inclusão da proposta na Ordem do Dia. Em reunião com as demais deputadas, embora ainda haja algumas divergências com relação ao texto, ficou acordado que, juntas, vão pleitear ao presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), atenção ao projeto.
O PL 1558/2009, de autoria do deputado Marçal Filho (MDB-MS) estabelece multa para o empregador que remunerar mais homens no mesmo cargo e na mesma função que mulheres. O objetivo é tirar do papel uma determinação que já consta no artigo 7º da Constituição, que proíbe "diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil".
O texto estabelece a multa no valor de cinco vezes a diferença constatada, a ser paga à trabalhadora prejudicada.
Marquetto é correligionária da ministra do Planejamento, Simone Tebet, que encampou essa bandeira como candidata à Presidência em 2022.
"A gente sabe que as empresas ainda podem colocar uma função a mais, uma coordenadoria, o tal do CEO, como formas de driblar. Agora isso parte de cada uma nós, de fiscalizar. Se houver uma lei, a mulher que se sentir prejudicada tem como procurar os seus direitos", afirma.
Para a parlamentar, é importante aproveitar o mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher para dar tração à pauta.
Em outra frente, o grupo de trabalho criado no governo Lula para propor regras que proíbam a diferença salarial entre homens e mulheres no país que exerçam cargos e executem trabalhos semelhantes já encaminhou a proposta para o setor jurídico da Casa Civil.
Como informou a colunista Mônica Bergamo, o envio dela ao Congresso Nacional pode ocorrer ainda em março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher.

Os catálogos dos principais serviços de streamings do país têm poucas obras brasileiras em comparação com produções estrangeiras. É isso o que mostra a pesquisa "Panorama do Mercado de Vídeo por Demanda no Brasil", elaborada pela Ancine, a Agência Nacional do Cinema.
Com dados referentes ao ano passado, o estudo analisou 23 plataformas de streaming e constatou que obras nacionais representam apenas 11% do conteúdo desses serviços.
As plataformas que menos têm produções domésticas são a Claro Video (0,70%) e Starzplay (1,2%). Já a Vix não chegou a pontuar nessa categoria.
Netflix e Amazon Prime Video têm apenas 5% e 5,7% de conteúdo brasileiro, respectivamente. Na HBO Max (2%) e na Disney+ (1%) a escassez de obras é ainda maior.
Há ainda conteúdos que são coproduções do Brasil com outros países. Na Netflix, elas representam 1% do catálogo, na Amazon Prime Video 0,61 e na HBO Max 0,23%.
No sentido inverso, os que mais têm conteúdos totalmente nacionais são a Box Brazil Play (80%), os canais Globo (54,8%) e Globoplay (28,3%).
Para chegar a esses dados, foram considerados apenas os conteúdos que têm registro no IMDb, site que mostra a nacionalidade de filmes. Com isso, 37% das obras analisadas no conjunto das 23 plataformas foram retiradas da amostra.
Além disso, a pesquisa analisou o número de serviços de streaming presentes no Brasil. Ao todo, são 59 plataformas diferentes, o que faz do país o líder em oferta de streaming dentre 20 países latino-americanos analisados pela pesquisa. O Brasil é seguido por Argentina e Chile, com 53 e 50 opções, respectivamente.
Em relação aos preços, o país é o que tem os menores valores em comparação com outros países analisados pela pesquisa. Em média, os streamings cobram R$ 19,90 dos usuários brasileiros.
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