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Gêmeas mineiras comemoram 100 anos de vida com 155 descendentes
Foto: Reprodução/ TV Integração
Não é qualquer pessoa que consegue chegar aos 100 anos de vida. Nada mais justo do que o clima de festa que tomou conta da cidade de Cláudio, em Minas Gerais, neste sábado (19), na celebração do centenário das irmãs gêmeas Cecília e Júlia Gonçalves, mais conhecidas como Cilinha e Julinha. A comemoração foi iniciada na quinta-feira (17), dia do aniversário, quando foi realizada uma missa seguida de um café para convidados. "Na sexta-feira nós começamos os preparativos para a festa de hoje. Queríamos mesmo que fosse um evento muito especial. Mais de 300 pessoas passaram para parabenizar minha mãe e minha tia e sem dúvidas todos nós temos orgulho da idade das duas e de como elas chegaram até aqui", contou Lúcia Gonçalves Mitre, filha de Julinha, em entrevista ao G1. Para as duas irmãs, o segredo da longevidade é a fé em Deus. "Passou rápido, parece um sonho", afirmou Cilinha orgulhosa de sua idade. A história de vida das irmãs chegou até mesmo a virar livro, escrito pelos próprios familiares. Ainda muito lúcidas, as irmãs disseram que sempre foram donas de casa e cultivaram muitas tradições de família. Durante a infância, elas não viveram na mesma casa, já que Cilinha foi morar com a avó. Ainda assim, as duas sempre foram muito unidas. "Elas sempre tiveram muito contato, foi minha bisavó que quis ficar com a minha mãe", afirmou Lúcia. Julinha hoje tem 12 filhos, 33 netos, 50 bisnetos e uma tataraneta. Já Cilinha tem 14 filhos, 25 netos e 20 bisnetos.

Brasil, 21 de Março de 2016.

Fonte: BN

Foto: Reprodução

Braskem usa gás de xisto para depender menos da Petrobras
Foto: Divulgação / Braskem
Por 34 meses, a Braskem viveu uma queda de braço com a Petrobras, sua principal fornecedora e segunda maior acionista. A petroquímica tentava a todo custo costurar com a estatal um acordo de longo prazo para o fornecimento de nafta - derivado de petróleo que é a principal matéria-prima para o eteno, produto básico da cadeia do plástico. A batalha terminou em dezembro, mas com um acordo só para cinco anos. Para reduzir sua dependência do insumo - e, consequentemente, da própria Petrobras, que fornece 70% de toda a demanda da petroquímica -, a Braskem decidiu diversificar: acaba de fechar um acordo para importar dos Estados Unidos o shale gas, o chamado gás de xisto, que revolucionou a indústria global por derrubar os custos de produção. O projeto exigirá um investimento de R$ 380 milhões e o produto será fornecido pela Enterprise Products, a mesma distribuidora que atende as fábricas da petroquímica brasileira nos EUA. O gás importado vai abastecer até 15% da fábrica de Camaçari, que se tornará uma unidade "flex", capaz de utilizar gás ou nafta na produção. A definição sobre o insumo usado em uma indústria petroquímica é um tema sensível. Cerca de 75% do custo de produção do eteno, petroquímico que é a base da cadeia do plástico, vem da nafta. "A nafta perdeu competitividade em relação ao gás. Mas esperamos períodos de volatilidade no preço do insumo, e a fábrica de Camaçari terá flexibilidade para aproveitar esses momentos", afirmou o vice-presidente da unidade de petroquímicos básicos da Braskem, Marcelo Cerqueira. Hoje, dos quatro polos produtivos da Braskem no Brasil, três são movidos a nafta. O único que utiliza gás é o de Duque de Caxias, no Rio, que responde por 15% da produção brasileira. A fábrica é abastecida com gás nacional e não opera a 100% da capacidade justamente pela falta de insumo brasileiro, explica Cerqueira. Com a parte da fábrica de Camaçari que será flex, a representação do gás poderá subir para 20% da produção nacional da Braskem. Para o analista do Citi, Nuno Pinto, mais que reduzir custos com a troca de insumos básicos, a importação de gás poderá ser, no futuro, um instrumento de barganha entre a Braskem e a Petrobrás. "Ninguém quer estar na mão da Petrobrás. Se amanhã eles decidirem aumentar o preço da nafta, como já fizeram, a rentabilidade da Braskem pode cair de forma significativa". O vice-presidente da Braskem, no entanto, diz que a importação de gás não reduzirá o volume de nafta comprado da Petrobrás. "Vamos substituir a nafta importada." A revolução do shale gas americano mudou a indústria petroquímica global. Nos sete primeiros anos da década de 2000, produzir eteno com nafta custava até 30% menos do que usar o gás, apontam dados da consultoria IHS, que consideram o cenário nos Estados Unidos. A partir de 2006, a relação se inverteu e o gás chegou a custar até 75% mais barato do que a nafta. A diferença de custos começou a cair a partir de 2014, com a queda no preço do barril de petróleo. Ainda assim, até hoje, o gás sai na vantagem em relação à nafta. Para receber o gás importado, a Braskem terá de fazer investimentos no seu terminal no Porto de Aratu (BA), em um trajeto de 30 km de dutos que ligam o porto à fábrica, e criar um sistema de regaseificação na unidade. As obras na fábrica serão feitas em outubro, quando está programada uma parada para manutenção, mas o porto só estará apto para receber o gás americano em outubro de 2017. Segundo Cerqueira, há possibilidade de transformar até 30% da planta em um sistema "flex". A obra para dobrar essa capacidade deve ocorrer só em 2019. A adaptação de outras unidades da Braskem no Brasil para receber o gás importado é tecnicamente mais difícil, pois elas estão mais distantes do mar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Em Salvador, 40% dos estudantes afirmam já ter sofrido violência
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Entre as turmas do 6º ano até o ensino médio, 40% dos estudantes afirmam que já sofreram violência verbal ou física em Salvador. Segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Educação, com a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso) e a Organização dos Estados Interamericanos (OEI), a cidade é a que registra o terceiro maior índice do Brasil, considerando as sete capitais que têm as maiores taxas de homicídio entre jovens de acordo com o Mapa da Violência de 2014. Na média nacional, 42% dos alunos afirmaram ter sofrido alguma agressão. O estudo aponta que em 65% dos casos o agressor foi um colega e professores são acusados 15% das vezes. Além de Salvador, foram avaliadas as cidades de Maceió, Fortaleza, Vitória, São Luís, Belém e Belo Horizonte. A liderança do ranking ficou com a capital cearense, com 67%, seguida da capital mineira, com 66%.

Brasil, 21 de Março de 2016.

Fonte: BN

Foto: Reprodução

 

Novo juiz concede liminar e suspende posse de Lula como ministro da Casa Civil

Foto: Lula Marques/Agência PT

A primeira instância Justiça Federal em Assis, em São Paulo, suspendeu novamente nesta sexta-feira (18) a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil. Esta já foi a terceira liminar que suspende a nomeação do ex-presidente. A Advocacia-Geral da União (AGU) já anunciou que vai recorrer.

A posse tem sido alvo de uma guerra de liminares desde a última quinta-feira (17), quando um juiz federal do Distrito Federal suspendeu a posse. Em seguida, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região derrubou a liminar. Mas tinha outra liminar na Justiça Federal no Rio suspendendo a posse. Há poucas horas atrás, o TRF da 2ª Região derrubou também essa liminar.

 

Semana Santa: Pescado será vendido com até 60% de desconto
Foto: Divulgação / Bahia Pesca
Por ocasião da Semana Santa, a Bahia Pesca, empresa vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), com apoio da Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura na Bahia, realiza a segunda edição do Santo Pescado. A ação tem como objetivo vender peixes mais baratos em um momento que cresce a demanda pelo produto e será realizada no Terminal Pesqueiro da Ribeira, nos dias 22 (das 7h às 17h) e 23 (das 7h às 12h). “A demanda nesta época do ano cresce cerca de 30%, provocando o encarecimento dos produtos”, afirma o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira Júnior. O evento reunirá colônias, associações e cooperativas de pescadores que venderão peixes e mariscos com descontos de até 60%. Entre os pescados que estão sendo vendidos estão sardinha a R$ 3 o quilo (redução de 60% em comparação ao preço de mercado), pescada amarela a R$ 16 o quilo (desconto de 40%), arraias a R$ 11 o quilo (desconto de 20%), atum a R$ 15 o quilo (-20%), corvina a R$ 12 o quilo (-25%) e siri catado a R$ 30 o quilo (desconto de 15%). Também sofrem redução atum (com descontos de 20%), siri catado (-15%), sururu (-30%), cação (-20%) e camarão fresco (-10%). Ao todo, serão vendidas cerca de 15 espécies de peixes, além de mariscos e crustáceos. “O objetivo é beneficiar todos os participantes da cadeia produtiva da pesca. Os pescadores e piscicultores, que podem escoar seus produtos com o apoio logístico da Bahia Pesca e sem intermediários, e os consumidores, que poderão encontrar peixes mais baratos justamente na época do ano em que a demanda é maior e, consequentemente, os produtos ficam mais caros”, afirma Dernival Oliveira Jr.

Brasil, 18 de Março de 2016.

Fonte: BN

Foto: Reprodução



 

 


 

 

 

 

 

 

 

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