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Foto: Divulgação / Facebook

O Facebook anunciou que terá um botão 'orgulho' durante junho para celebrar o mês dedicado à comunidade LGBT. A ferramenta será representada por um arco-íris e ficará ao lado das outras reações já presentes na rede social, como 'curtir' e 'amei'. A novidade foi divulgada nesta segunda-feira (5) pelo diretor de marketing de crescimento do Facebook, Alex Schultz. A rede social também vai permitir aos usuários o uso de um filtro que tem um laço com as cores do arco-íris.

 

Brasil, 07 de Junho de 2017 

Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN

Foto: Reprodução / Melhores Destinos

O secretário de Segurança Interna dos Estados Unidos, John Kelly, disse neste domingo (28) que o país poderá proibir laptops em cabines em todos os voos internacionais saindo e chegando aos EUA para evitar ataques terroristas no ar. Em março, os EUA proibiram passageiros de transportar eletrônicos além de um celular na cabine em voos vindos de 10 aeroportos no Oriente Médio e no Norte da África. O Reino Unido acompanhou a medida com uma proibição para voos que chegam de seis países, nem todos iguais ao que sofreram restrições dos EUA. A atual proibição dos EUA se aplica a voos sem escalas de ou para 10 aeroportos internacionais em Amã, na Jordânia; Cidade do Kuwait, no Kuwait; Cairo, no Egito; Istambul, na Turquia; Jeddah e Riad, na Arábia Saudita; Casablanca, no Marrocos; Doha, no Qatar; Dubai e Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos. Cerca de 50 voos por dia são afetados. Questionado em uma entrevista à rede de televisão Fox News se expandiria a proibição para incluir todos os voos internacionais, Kelly disse: "Eu poderia... Há uma ameaça real". "Isso é realmente a coisa com a qual eles - os terroristas - estão obcecados, a ideia de derrubar um avião em voo". Kelly disse que os EUA vão "aumentar a exigência, de forma geral, para segurança da aviação muito acima do que é hoje, e há novas tecnologias no futuro, em um futuro não muito distante, com as quais vamos contar. Mas é uma ameaça sofisticada, e eu me reservo a tomar essa decisão até que nós possamos ver a evolução disso". O Departamento de Segurança Interna disse no início deste mês que uma proibição expandida "está sob consideração". As autoridades norte-americanas estão preocupadas com o fato de que um dispositivo explosivo escondido em um dispositivo eletrônico pode ser disparado manualmente na cabine ou detonado usando tomadas de energia no avião, de acordo com fontes familiarizadas com os planos de segurança de companhias aéreas. A Associação Internacional de Transporte Aéreo pediu em março aos governos para trabalharem com a indústria da aviação para manter os voos seguros "sem separar passageiros de seus eletrônicos pessoais". A Associação de Experiência do Passageiro em Companhias Aéreas pediu no início de maio que os governos evitem uma expansão da proibição, argumentando que ela poderia "prejudicar as liberdades pessoais integrais para viagens aéreas internacionais". O grupo conduziu uma pesquisa no ano passado que mostrou que 43% dos passageiros no mundo levavam um tablet consigo, e 70% desses passageiros utilizavam esses equipamentos em voo. O estudo também descobriu que 38% dos passageiros globais levam laptops a bordo, e 42% deles os utilizam durante o voo. Fonte: Dow Jones Newswires e Associated Press.

 

Brasil, 29 de Maio de 2017 

Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN

 

Estamos acostumamos a pensar que possuir inteligência “superior” ou algum tipo de habilidade (ou dom), juntamente com um senso de confiança, é a receita para o sucesso na vida, tanto escolar quanto profissional. No entanto, a investigação científica produzida nos últimos 35 anos mostra que uma ênfase exagerada na inteligência ou no talento pode, na realidade, deixar as pessoas vulneráveis ao fracasso, com medo de desafios e desmotivadas a aprender.

Um artigo divulgado* este ano pela revista Scientific America, uma das principais publicações científicas do mundo, mostra que incentivar os avanços no processo de desenvolvimento, em vez da inteligência ou talento, produz grandes empreendedores na escola e na vida. A autora do artigo é Carol S. Dweck, que atualmente é professora psicologia da Universidade Stanford, nos Estados Unidos. Ela garante: não adianta incentivar seu filho ou seu aluno dizendo que ele é inteligente.

Para ela, e para outros pesquisadores que acompanharam seus estudos ao longo de três décadas, pais e professores podem garantir o crescimento cognitivo das crianças elogiando-as por sua persistência ou estratégias para resolução de problemas (em vez de ressaltar sua inteligência). Segundo ela, ao contar histórias de sucesso que enfatizam o trabalho duro e amor pelo aprendizado, ensinamos às crianças que o cérebro é semelhante a uma máquina, que precisa ser constantemente atualizada para ter um bom funcionamento (confira abaixo uma lista de estratégias para incentivar as crianças).

O perigo da desistência - As pesquisas de Carol Dweck começaram na década de 1960, quando ela se deparou com um estudo feito com roedores que mostrava que após muitas falhas os animais deixavam de tentar completar um percurso, ficando estáticos e sem esperança. Os pesquisadores concluíram que os animais aprendiam a não ter esperanças, mesmo quando tinham a possibilidade de agir – isso porque não receberam incentivo para superar os desafios.

Dweck ficou intrigada com a “desesperança aprendida” demonstrada pelos animais e decidiu investigar mais a fundo o tema.

Segundo ela, essa “desesperança” está ligada à crença das pessoas a respeito dos motivos que as levaram ao erro. Ao longo das décadas seguintes, ela observou como esse comportamento se dava com estudantes do ensino fundamental. Em um dos estudos, ela notou que a falta de esforço (e não de capacidade) fazia com que os alunos cometessem mais erros ao tentar solucionar problemas matemáticos. Separando as crianças em dois grupos, ela notou que o grupo que recebeu apenas elogios sobre o “quanto eram inteligentes” não conseguia encontrar saída para solucionar problemas mais complexos. Enquanto o grupo que recebeu elogios sobre o “quanto eram esforçados” conseguiu driblar as dificuldades e avançar.

Estudos subsequentes mostraram que isso acontece porque os alunos mais persistentes não ficavam pensando sobre sua própria falha. Eles focavam o trabalho em encontrar os erros cometidos ao longo do processo e em tentar corrigi-los para avançar. Essa capacidade de se esforçar diante de um problema é chamada de resiliência.

Como superar os desafios - Desenvolver a resiliência é um processo que começa no início da vida e deve ser incentivado em casa e na escola.

Crianças que são elogiadas por seu talento inato, por exemplo, desenvolvem uma crença implícita de que a inteligência nasceu com elas, e acabam pensando que o esforço para aprender algo novo é menos importante do que ser inteligente para aprender aquilo. O problema está em que essa crença também faz com que elas vejam desafios, erros, e até mesmo a necessidade de exercer um esforço, como ameaças ao seu ego – e não como oportunidades para melhorar. Isso faz com que percam a confiança e a motivação quando o trabalho não é mais fácil para elas.

A pesquisadora conclui que elogiando habilidades inatas das crianças, reforçamos essa mentalidade, impedindo que desenvolvam seu potencial, seja em alguma disciplina, seja nos esportes ou até em relacionamentos pessoais. As pesquisas concluem que incentivar o processo (que nada mais é do que a soma de esforço pessoal com estratégias eficazes), ajuda a direcioná-los para o sucesso na vida acadêmica e pessoal.

Para finalizar, reproduzimos abaixo uma lista de dicas simples indicadas pela pesquisadora americana para pais e professores mudarem suas estratégias diante das crianças. Confira:

- Em vez de dizer “como você é inteligente”, diga “você fez um bom trabalho” e explicite os fatores que fazem daquele um trabalho a ser elogiado;

- Em vez de apenas elogiar a nota alta obtida em uma prova, foque o elogio no processo, dizendo, por exemplo: “Você realmente estudou para seu teste. Você leu o material várias vezes e testou-se sobre ele. E realmente funcionou!”;

- Em vez de focar no resultado da resolução de um problema, aponte as estratégias usadas pela criança, dizendo, por exemplo: “Eu gosto do jeito que você tentou essa série de estratégias diferentes no problema até finalmente resolvê-lo”;

- Elogie o tempo de estudo, focando no quanto o tempo dedicado influenciou o resultado. Por exemplo: “Você ficou em sua mesa e manteve sua concentração, por isso conseguiu achar a solução. Isso é ótimo!”;

- Não aponte o erro como uma falha imutável. Pelo contrário, mostre que o erro é apenas um desafio a ser superado e ofereça ferramentas para que a criança possa superá-lo e seguir adiante.

Tudo isso irá fazer com que a criança cresça e perceba que o sucesso não é uma questão de inteligência ou classe social, mas sim um mérito do esforço. E isso também vale para nós, adultos!

 

 

Foto: Reprodução/ YouTube
Foto: Reprodução/ YouTube

 

Documentos anexos à denúncia apresentada pela força-tarefa da Operação Lava Jato que envolve um sítio em Atibaia, no interior de São Paulo, atribuído pelos investigadores ao ex-presidente Lula (PT), mostram que o caseiro Elcio Pereira Vieira, conhecido como Maradona, enviava e-mails para uma conta do Instituto Lula sobre o dia-a-dia da propriedade.

De acordo com o portal G1, em 21 de abril de 2015, Elcio enviou a mensagem: “Avião aki na chacara hoje pela manhã”. No dia 31 de julho do mesmo ano, o caseiro enviou a mensagem “obras no sítio” com uma lista de materiais e uma observação: “Como combinado com Dona Marisa a ver depois os materiais pra fazer acabamento”. A mulher de Lula, Marisa Letícia, morreu em 3 de fevereiro deste ano em decorrência de um AVC.

Em outubro de 2014, Elcio disse: “Boa tarde morreu mais um pintinho essa noite e caiu dois gambá nas armadilhas essa noite” com o e-mail intitulado “armadilha”.

Agora, caberá ao juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações penais da Lava Jato, definir se recebe ou não a denúncia do MPF. Se ele aceitar, o ex-presidente passará a ser réu também neste novo processo.

 

Brasil, 24 de Maio de 2017 

Por Redação AlegriaNews | Fotos: Reprodução | BN 

Vereadora do RS diz que nordestinos 'não sabem falar', mas se unem 'para roubar'
Foto: Reprodução/ Facebook

Uma vereadora da cidade de Farroupilha (RS) afirmou durante a sessão da Câmara Municipal desta segunda-feira (22) que os nordestinos “sabem muito bem se unir para roubar” e não sabem fazer política. A fala de Eleonora Broilo (PMDB) foi proferida durante uma discussão sobre corrupção. Em outro momento do discurso, considerado preconceituoso, a peemedebista diz que os nordestinos “não sabem falar muito bem, mas sabem roubar que é uma maravilha”. “Primeiro, em relação a nordestino saber fazer política, não sei se eu concordo muito. Eu acho que os nordestinos sabem muito bem se unir para roubar. Eles sabem para ganhar propina. Eles sabem se unir para aumentar a corrupção. Isso eu acho que eles são donos. Isso eu concordo, plenamente. Talvez eles até não sabem falar muito bem, mas sabem roubar que é uma maravilha. Isso eu concordo”, declarou. No Facebook, a vereadora se defendeu e alegou que a frase está fora de contexto. Ela ainda afirmou que falava sobre políticos nordestinos, “não sobre o povo nordestino”: Em nota, o presidente da Casa, Fabiano André Piccoli (PT), informou que abrirá um processo contra a vereadora no Conselho de Ética.

 

Brasil, 24 de Maio de 2017 

Por Redação AlegriaNews | Fotos: Reprodução | BN 



 

 


 

 

 

 

 

 

 

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