.

   

Sede da Hemoba atenderá doadores no Dia do Trabalhador; saiba detalhes

Foto: GovBA

No Dia do Trabalhador (1º), a Hemoba atenderá os doadores de sangue em sua sede, das 7h30 às 16h, na capital baiana. As outras unidades de coleta da capital e interior não funcionarão. No sábado, dia 29, o Hemocentro Coordenador funcionará normalmente, das 7h30 às 16h30, enquanto a unidade móvel estará no Salvador Shopping, das 8h00 às 17h00. A Fundação convida os candidatos para a doação de sangue. Os tipos sanguíneos A+, B+, O- e O+ estão abaixo do nível recomendado para suprir as necessidades das unidades hospitalares do estado e os tipos A- e B- em nível de alerta. Os voluntários com idade entre 18 e 35 anos poderão fazer também o cadastro para ser doador de medula óssea.

 

Em Salvador, o Hemocentro Coordenador recebe os doadores de segunda-feira a sexta-feira, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h às 16h30. O Hemóvel (unidade de coleta externa de sangue) atenderá no Salvador Shopping neste sábado (29/04) e de 02 a 06/05, de 8h às 17h; de segunda a sexta-feira, no Hospital do Subúrbio, das 7h30 às 16h30, no Hospital Ana Nery, das 7h30 às 13h, e no Hospital Roberto Santos, das 8h às 12h e 13h às 17h. Já no Hospital Irmã Dulce, a coleta funciona de segunda a sexta-feira, das 7h10 às 11h30 e das 13h às 16h. Para conferir o horário de atendimento no interior do estado, acesse o site.

 

Para doar é preciso ter entre 16 e 69 anos, sendo que os menores de 18 anos devem estar acompanhados por um responsável legal, é necessário também apresentar um documento original com foto, estar com o peso acima de 50 kg, bem de saúde, descansado e alimentado, ter evitado alimentos gordurosos algumas horas antes da doação, não fumar por pelo menos duas horas e não ingerir bebida alcoólica 12 horas antes.

 

O cadastro de medula óssea pode ser feito em todos os postos de coleta da Hemoba, na capital e no interior, com a coleta de uma amostra de 5ml de sangue. Para se tornar um doador, é necessário ter entre 18 e 35 anos de idade, estar em bom estado geral de saúde, não possuir doença infecciosa ou incapacitante e não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico. Os dados pessoais e os resultados dos testes serão armazenados no REDOME (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), coordenado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA). 

 

Fonte: Bahia Notícias

Em crise, planos de saúde renegociam pagamentos e buscam formas de diminuir uso

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O setor de planos de saúde saiu da pandemia com as contas em crise, situação que ainda persiste. Em 2022, houve prejuízo operacional de R$ 11,5 bilhões. É o pior resultado desde o começo da série histórica em 2001.
 

O resultado operacional se refere apenas aos valores obtidos com os serviços de saúde em si. No resultado geral, que considera também ganhos com operações financeiras e outros itens, as operadoras tiveram lucro líquido de R$ 2,5 milhões. O valor representa 0,001% das receitas totais, que somaram R$ 237,6 bilhões.
 

Entre 2021 e 2022, as receitas dos planos de saúde cresceram 5,6%, enquanto as despesas aumentaram 11,1%, segundo dados da Fenasaúde, entidade que representa os planos.
 

Um dos principais indicadores do setor, o índice de sinistralidade chegou a 89,21% no quarto trimestre. Isso indica que a cada R$ 100 da receita dos planos, R$ 89,21 foram destinados ao pagamento de despesas assistenciais com consultas e exames.
 

Com falta de caixa, as operadoras passaram a renegociar e atrasar pagamentos com os hospitais e prestadores de serviço. A crise deve gerar aumento de preços aos pacientes, mas há temor de que fortes altas acabem por fazer clientes desistirem dos planos ou optarem por versões mais baratas.
 

"Neste ano, vai haver negociações com os clientes com o desejo de repassar isso de forma mais acentuada, para tentar reduzir esse prejuízo do ano passado", projeta Renato Casarotti, presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde).
 

"Há uma dificuldade muito grande de repassar os custos. Os clientes dos planos coletivos, que são 80% da nossa carteira, estão muito estrangulados. Você não quer perder aquele cliente. A gente é um negócio que vive de escala. Uma redução de escala também afeta. É uma escolha de Sofia", acrescenta.
 

A alta de custos leva os clientes a optarem por planos mais baratos, o que também ajuda a reduzir as receitas das operadoras. O setor teve um aumento no número total de beneficiários, mas a receita cresceu em proporção menor, porque boa parte deste crescimento veio pela aquisição de planos mais em conta.
 

Assim, as empresas do setor têm apostado em mudanças no lado das despesas, como alterar as condições de remuneração dos hospitais, o que vem gerando atritos.
 

"As operadoras adotaram uma série de providências que aumentam o prazo de pagamento das contas. São medidas que prejudicam os hospitais antes, durante e depois do faturamento", diz Antônio Britto, diretor da Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados).
 

As alterações incluem alongar os prazos de pagamento para até 120 dias. Antes, o tempo era de 60 a 80 dias. Houve também aumento no número de glosas, os questionamentos feitos pelos planos às faturas enviadas pelos hospitais e prestadores de serviço.
 

"Boa parte das operadoras criou uma regra pela qual os hospitais só podem mandar todo o faturamento do mês em um único dia, em vez de três a quatro dias, como era antes. É óbvio que aí todo o faturamento daquele mês não vai ser enviado, ou porque não dá tempo de mandar tudo em um dia ou porque ele ainda não aconteceu", diz Britto.
 

A crise financeira dos planos tem várias razões, sendo que a principal é uma alta no uso dos serviços. Depois da pandemia, os clientes passaram a fazer mais consultas, exames e tratamentos. "Teve um enorme aumento na demanda por terapias, como apoio nutricional e psicológico. Há um novo comportamento por parte dos pacientes", avalia o diretor da Anahp.
 

Ao mesmo tempo, a lista de procedimentos obrigatórios foi ampliada e subiram os preços de remédios e insumos farmacêuticos. "Houve um aumento expressivo do custo de insumos durante a pandemia, mas eles não voltaram aos níveis anteriores", diz Vera Valente, diretora-executiva da Fenasaúde.
 

Outro fator de peso foi uma alta no volume de pedidos de reembolsos e de fraudes. Dois exemplos: um paciente faz uma sessão de fisioterapia, mas pede reembolso para cinco, ou realiza um procedimento estético e pede reembolso como se fosse um tratamento de saúde.
 

Valente aponta que o problema financeiro é mais intenso nas operadoras de menor porte. "Em 2019, mais ou menos 2 milhões de beneficiários eram atendidos por operadoras deficitárias. Hoje, o total de operadoras nesta situação é responsável por atender quase 20 milhões de beneficiários. São quase 40% dos beneficiários do setor."
 

Entre as saídas debatidas, estão tentar padronizar os procedimentos de atendimento, como o número de exames pedidos pelos médicos. "Você vai no pronto-socorro quantas vezes quiser, faz quantos exames quiser. Isso é uma cultura muito brasileira", diz Valente, da Fenasaúde.
 

Ela cita como exemplo o modelo dos EUA, que lembra um pouco os seguros de carro no Brasil: o cliente paga os procedimentos que custem até determinado valor, como se fosse uma franquia, e o plano cobre só o que passar disso.
 

Outras opções para reduzir o uso dos prontos-socorros são ampliar a realização de consultas virtuais e as cobranças de coparticipação em exames.
 

Uma mudança mais ampla, para adotar o modelo americano ou criar planos com cotas de consultas, por exemplo, depende de mudanças regulatórias. Os planos no Brasil precisam oferecer uma lista mínima de procedimentos, e o que acaba diferenciando eles é a rede de locais credenciados.
 

Para 2023, as entidades do setor veem um cenário ainda preocupante. Um dos temores é que mais terapias novas e caras sejam incluídas como obrigatórias.
 

"As terapias avançadas tiveram pouco impacto em 2022. O impacto pesado vai ser agora em 2023. Algumas das que estão chegando têm preço médio acima de R$ 1 milhão por paciente. Tem tecnologia de R$ 9 milhões por paciente", diz Casarotti, da Abramge.

 
 
 
Fonte: Bahia Notícias

Polícia Civil prende homem que estava importunando mulheres na Micareta de Feira

Foto: Ascom-PC/Haeckel Dias

Um homem que estava importunando sexualmente mulheres em um camarote, na Micareta de Feira de Santana, foi preso em flagrante na noite deste sábado (22), por policiais civis que estavam realizando uma diligência no local. Ele foi encaminhado para o Posto Serviço Especializado de Respeito a Grupos Vulnerabilizados e Vítimas de Intolerância e Racismo (Servvir), que está pela primeira vez integrando a festa.

 

Duas vítimas relataram que foram trocadas pelo homem, sem que permitisse o ato, além de tentar beijá-las a força. “As duas mulheres, que foram assediadas, dentre elas uma funcionária do camarote, informaram que o homem vinha importunando outras que estavam presentes no local. Rapidamente a guarnição identificou o suspeito e o conduziu para o posto”, explixou o delegado que lavrou o flagrante, Thiago Costa.

 

Participaram da diligência  policiais da Coordenação de Apoio Técnico à Investigação (Cati) do Departamento de Polícia do Interior (Depin), Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e Assessoria Técnica do GDG. O acusado foi autuado pelo crime de  importunação sexual  e está custodeado no Complexo de Delegacias de Feira de Santana à disposição da Justiça.

 

Fonte: Bahia Notícias

bote dos bombeiros durante chuvas em santa cruz cabrália

Foto: Reprodução / Radar News

Devido às fortes chuvas, a prefeitura de Santa Cruz Cabrália, na Costa do Descobrimento, decretou situação de emergência. No temporal desta sexta-feira (21) foram registrados 91,52 milímetros (ver mais aqui). No acumulado das últimas 48 horas se chegou a 416,91 mm.

 

Segundo o Radar News, parceiro do Bahia Notícias, o prefeito da cidade, Agnelo Santos (PSD), estima que em torno de quatro mil pessoas estão desabrigadas ou desalojadas. As primeiras sem local para residir. As segundas sem condição de retornar para seus imóveis. Um posto de apoio foi montado para apoio aos afetados na escola do bairro Capitão Luiz de Matos, conhecido como Sapolândia, o mais atingido pelas inundações.

 

Por conta das chuvas, trechos de ruas desmoronaram e duas pontes estão interditadas. Na zona rural, estradas vicinais também foram atingidas.

 

A previsão é de que o mau tempo, com chuvas intensas, predomine na região nos próximos três dias, conforme alerta do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden/MCTIC).

 

Fonte: Bahia Notícias

Embasa interrompe fornecimento de água em algumas localidades do Litoral Norte nesta segunda

Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias

Por conta de manutenção preventiva na estação de tratamento do sistema de abastecimento de água de Barra do Pojuca, a Embasa informa que o fornecimento foi interrompido temporariamente, desde às 5 horas da manhã. nesta segunda-feira (17), nas seguintes localidades do Litoral Norte: Barra do Pojuca, Tiririca, Praia do Forte, Imbassaí, Açuzinho, Açú da Torre, Malhadas, Barro Branco e Marbelo.

 

A previsão da estatal é que o serviço seja concluído às 14 horas do mesmo dia, quando o abastecimento começará a ser retomado gradativamente para as áreas afetadas, com estimativa de plena regularização do abastecimento em até 24 horas a partir da conclusão do serviço.

 

Fonte: Bahia Notícias



 

 


 

 

 

 

 

 

 

 Portal

Início
Notícias
Música
Esporte
Entretenimento
Canal Mulher
Contato

Espaço mulher

Início
Notícias
Moda
Receitas
Bem estar

Dicas de beleza

Contato