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Foto: Reprodução

A mãe do adolescente apreendido suspeito de ter matado a cigana Hyara, também ad

A mãe do adolescente apreendido suspeito de ter matado a cigana Hyara Flor, de 14 anos, que era sua esposa de acordo com a tradição cigana, apareceu em um vídeo divulgado nas redes sociais desmentindo informações de que teria sido agredida. Ao lado do seu marido e pai do acusado, ela ainda reforçou a versão contada por ele para o crime - de que o filho mais novo, de apenas 9 anos, disparou um tiro acidental.

 

O pai do suspeito apreendido, conhecido como Amorim, iniciou o vídeo mostrando sua esposa como prova de que seu cabelo não foi cortado pelo seu filho Averlon, conforme, segundo ele, circulava nas redes sociais. A mãe reforçou: “Oi gente, mentira. Não estou sendo maltratada. meu marido está me dando muita força, meu filho tá me dando força”, disse.

 

Em seguida, ela começou a contar sua versão sobre o caso.”Hyara pra gente era uma filha. Infelizmente o que aconteceu com Hyara foi uma fatalidade entre ela e Davi. Ela e Davi brincando, ela pegou a arma, colocou em cima dele e falou ‘perdeu vagabundo’.  E perguntou a ele ‘e aí Davi, tu faria o que?’. Na hora ele colocou a arma nela, atirou, a arma caiu no chão e ele saiu gritando pedindo socorro ao pai dizendo que tinha matado Hyara”, iniciou.

 

De acordo com ela, estavam no fundo de sua casa Amadeus, o companheiro de Hyara, e um amigo em comum das duas famílias, chamado Deilson. Ambos teriam corrido em direção da adolescente. Neste momento, também apareceu um tio de Hyara, chamado de Osório. 

 

Ela relatou este momento de tensão, quando Amadeus anunciou que Hyara teria morrido e Davi estaria chorando. Segundo ela, um tio de Hyara disparou três vezes contra seu filho, que tentava explicar que o tiro foi acidental.

 

“A gente não tem necessidade de inventar uma história, que uma criança matou Hyara”, suplicou. 

 

Também circula nas redes sociais um áudio, onde a criança de 9 anos reforça essa mesma versão. Ele disse que Hyara estava se maquiando no momento em que ‘brincou’ com a arma.” Sem querer eu mirei pra ela, sem querer eu peguei e atirei. Mas meu pai não tem nada a ver com isso, nem Amadeus”, disse a criança.

 

Também circulou nas redes sociais um áudio, onde Averlon, o irmão mais velho, contou que o disparo que vitimou a adolescente teria partido de outro irmão dele, de nove anos, de forma acidental.

 

Hyara foi morta a tiros no dia 6 de julho, na cidade de Guarantinga, município do Extremo Sul da Bahia. O principal suspeito, seu companheiro, que tinha a mesma idade, 14 anos, foi apreendido pela polícia nesta quarta-feira (26), no Espírito Santo.

 

Fonte: Bahia Notícias

Justiça decide que Integra deve indenizar passageiro por ter perna amputada ‘apertada’ em porta de ônibus

Foto: Ícaro Chagas / Ônibus Brasil

A Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) condenou a Associação das Concessionárias do Serviço de Transporte Público de Passageiros por Ônibus Urbanos de Salvador - Integra, a indenizar um passageiro em R$ 15 mil por danos morais. Os integrantes do colegiado seguiram o voto da relatora da ação, a desembargadora Rosita Falcão, e aumentaram o valor da indenização que, inicialmente, estava fixada em R$ 3 mil. 

 

 

Na manhã do dia 21 de setembro de 2021, o passageiro, um homem com deficiência, alega ter sido destratado por um motorista do ônibus que fazia o trajeto Lapa x Nordeste de Amaralina.

 

Ele também afirma ter sofrido acidente quando o motorista fechou a porta dianteira, no momento em que ele ainda estava nas escadas. A vítima comprovou ter tido sua perna com o pé amputado “apertada”, sofrendo escoriações e dores. O episódio aconteceu no ponto do Campo Grande. 

 

No dia seguinte ao incidente, ele confirma ter feito reclamação perante a Integra e ao serviço de atendimento ao usuário. 

 

“A gravidade da ofensa causada à esfera moral do apelante é inequívoca, pois se trata de pessoa com deficiência física, vulnerável e hipossuficiente, que apresenta dificuldade de locomoção, e necessita do apoio de muletas e cadeira de rodas, caso em que o motorista do coletivo deveria redobrar os cuidados ao abrir e fechar as portas do veículo, garantindo a segurança do passageiro defi ciente, não se mostrando razoável que o passageiro, no qual deva chegar incólume ao seu destino, sofra lesões em seu percurso”, sinaliza  a decisão.

 

Fonte: Bahia Notícias

Banco de Sangue em Salvador registra queda de 20% de doações no mês de julho

Foto: Divulgação

O Banco de Sangue GSH em Salvador registrou uma queda e escassez de doadores de sangue neste mês de julho. De acordo com a instituição, o período de férias escolares e a proliferação de doenças respiratórias que acontecem nesta época do ano, impactaram para o agravamento da situação. 

 

“Esse é um período difícil para os bancos de sangue do país. Com as férias, muitas famílias viajam e, entre esse público, há os doadores já regulares que acabam se ausentando. Entre os que ficam na cidade, muitos se tornam inaptos a doar, temporariamente, por causa de gripes e resfriados”, disse a coordenadora regional de captação do Banco de Sangue, Ana Luiza Araújo. 

 

Segundo a entidade, somente neste mês, as doações sofreram uma baixa adicional de 20%, índice que, somado ao déficit que já vinha enfrentando de 40%, resulta em um saldo de 60% abaixo do nível ideal. “Isso significa que estamos chegando ao final julho com uma média de apenas 40 doações de sangue por dia, quando o esperado são 70 coletas diárias”, exemplifica Ana Luiza.

 

Por conta deste cenário, o GSH Banco de Sangue de Salvador faz um alerta para que as pessoas que estão na cidade, e se encontram aptas, doem sangue. Todos os tipos sanguíneos são necessários, porém, os tipos O-, O+ e A- são os que estão mais em falta neste momento.

 

O GSH Banco de Sangue de Salvador atende a 7 hospitais na região, fornecendo bolsas de sangue aos pacientes que estão internados e precisam de transfusão para se recuperarem.

 

A instituição funciona diariamente, das 7h às 18h, incluindo sábados, domingos e feriados, na Av São Rafael, 2152, São Marcos, telefones: (71) 3281-6295, WhatsApp: (71) 99718-8708.

 

Para doar, basta comparecer à unidade, ou agendar previamente para atendimento. 

 

Fonte: Bahia Notícias

Uso de remédio para colesterol é baixo em brasileiros com maior risco, aponta estudo

Foto: Rubens Cavallari /Folhapress

Quase nenhum brasileiro que sofreu infarto ou acidente vascular cerebral (AVC) e tem acompanhamento da Estratégia de Saúde da Família (ESF) utiliza adequadamente remédios para controle de colesterol. Sem o uso desses fármacos, o risco de haver novamente as complicações é alto.
 

A conclusão é de um estudo brasileiro publicado na revista Lancet Regional Health Americas. A pesquisa, financiada pela farmacêutica Novartis, começou com dados de mais de 2 milhões de indivíduos assistidos pela ESF, programa encabeçado pelo Ministério da Saúde. Na iniciativa, agentes comunitários de saúde fazem visitas domiciliares aos pacientes.
 

Desse total, cerca de 35 mil deles já tiveram um infarto ou um AVC -esse foi o público principal do estudo. Quando alguém passa por algum desses dois problemas, o uso de medicamentos que regulem o colesterol no sangue é uma das principais formas para evitar reincidência. Dentre as opções de remédios, a classe das estatinas são recomendadas.
 

"Apesar de todos os avanços [...], as estatinas continuam e vão continuar por muito tempo como terapia de base", resume Raul Santos, médico cardiologista, pesquisador da Academic Research Organization do Einstein e um dos autores do estudo.
 

O médico afirma que esse tipo de droga pode reduzir em até 50% o colesterol de quem as toma. Além disso, esse tipo de medicamento é seguro e tem um custo mais acessível.
 

Para descobrir quanto as estaminas estavam em uso nos pacientes com o histórico de complicações, a pesquisa se valeu da pergunta feita pelos agentes de saúde sobre se o paciente fazia uso de algum medicamento. Então, observou-se o índice de pessoas com histórico de problemas cardíacos que estavam ou não utilizando alguma estatina.
 

E esses números foram muito baixos. Somente 6,7% deles reportaram o uso dos medicamentos. Além desses, foi estratificado que só 0,6% utilizava os remédios em altas doses, considerada o ideal por reduzir ainda mais a chance de reincidência de AVC ou infarto.
 

Outra forma de controlar mais o colesterol é utilizar a estatina com outras drogas, como o comprimido ezetimiba. Outra saída são os inibidores da proteína PCSK9, que também reduzem o colesterol nos usuários.
 

"Viu-se que, se acrescentar a ezetimiba ou os inibidores de PCSK9, a gente ganhava mais 7% a 20% na redução de eventos cardiovasculares, ou seja, a gente conseguia potencializar os efeitos da estatina com essas terapias de combinação", explica Santos.
 

Os mais de 35 mil pacientes que compuseram a pesquisa, no entanto, também não adotaram esse modelo: só 0,4% reportaram o uso da ezetimiba associada a estatinas, e a utilização dos inibidores de PCSK9 foi basicamente nula.
 

Alguns fatores podem explicar a baixa adesão a essas terapias complementares. Por exemplo, a dificuldade de acesso é maior: os inibidores não são disponibilizados na rede pública de saúde, enquanto a ezetimiba é até encontrada, mas em volumes reduzidos.
 

Embora os dados sejam um alerta, o médico ressalta que as informações só dizem respeito aquelas pessoas atendidas pela Estratégia de Saúde da Família. Além disso, a pesquisa é baseada no relato dos pacientes, o que às vezes pode ser inconsistente. Em alguns casos, por exemplo, alguém pode dizer que não está tomando, mas na realidade está utilizando rotineiramente os remédios.
 

Outros problemas
 

Além dos cuidados com os remédios para controle de colesterol, a pesquisa observou outras dificuldades no cuidado da saúde dos brasileiros. Por exemplo, houve um baixo engajamento no uso de aspirina, também recomendado para quem teve infarto ou AVC.
 

Entre os hipertensos, que eram quase 80% da amostra, também havia pouca adesão no tratamento de pressão alta. "Os pacientes nos referiam que não estavam usando os remédios que teoricamente deveriam usar para prevenir novos infartos e derrames", diz Santos.
 

Além de não reduzir o colesterol por meio dos remédios, existem outros fatores de risco de ocorrer um infarto ou AVC. Sedentarismo e tabagismo são alguns desses. Os autores também observaram esses hábitos de vida e viram uma relação entre eles e o baixo uso dos medicamentos.
 

"Pessoas sedentárias e que fumavam mais tinham maior chance de não está tomando seus remédios. A gente entendeu que existe uma associação entre maus hábitos [...] e não tomar o remédio", conclui Santos.

 
 
 
Fonte: Bahia Notícias

Pai e filha agridem médica, atrapalham atendimento e paciente morre em hospital

Foto: Reprodução

Pai e filha foram presos em flagrante após agredirem uma médica no Hospital Municipal Francisco da Silva Telles, no Rio de Janeiro, durante a madrugada deste domingo (16).

 

De acordo com as informções do G1, o caso ocorreu após ambos exigirem atendimento, o que fez com que uma paciente em estado grave fosse a óbito na sala vermelha do hospital.

 

Segundo a polícia, André Luiz do Nascimento Soares, que estava acompanhado da filha Samara Kiffini do Nascimento Soares, 23 anos, chegou ao hospital com um ferimento sem gravidade.

 

Funcionários pediram que ambos aguardassem atendimento e, insatisfeito com a demora, os dois quebraram a unidade de saúde e agrediram uma médica de plantão, que teve cortes internos na boca e precisou de cinco pontos. Além disso, invadiram a sala vermelha, reservada a pacientes graves.

 

“Diante dessa confusão, a médica que estava na sala de atendimento foi saber o que estava acontecendo. Foi ofendida, foi agredida, recebeu soco no rosto. Por causa desse soco, ele teve um corte na parte interna da sua boca, onde ela precisou tomar quatro ou cinco pontos. Ela cai no solo, ele chutou ela no chão junto com a sua filha, a Samara”, relatou o delegado Geovan Salomão Omena.

 

Segundo testemunhas, André ficava com as mãos para trás, supostamente portando uma arma. Um dos pacientes, que estava em estado grave, ficou sem monitoramento da equipe médica por causa do caos no hospital e, quando os profissionais chegaram até ele, já estava morto.

 

Ambos, pai e filha acabaram presos por homicídio doloso e podem responder por dano ao patrimônio público, além de desacato. O delegado Geovan Omena considerou a situação inadmissível e chamou o ato de irresponsável. “É inadmissível uma conduta dessa onde, por uma situação banal, onde não houve ausência de atendimento, ele causou um dano patrimonial naquilo que é o pronto socorro das pessoas, onde salvam vidas. Eles tiraram a vida de uma pessoa por conta desse ato irresponsável”, afirmou.

 

 

 Fonte: Bahia Notícias
 



 

 


 

 

 

 

 

 

 

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