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Uma lavradora de 32 anos relatou ter sofrido estupro coletivo na zona rural de Barra do Choça, distrito de Barra Nova, no sudoeste da Bahia. O crime teria sido praticado, na madrugada de sexta-feira (24), quando a mulher saía de uma festa junina.

A delegada Gabriela Garrido, titular de Barra do Choça, informou que a quantidade de envolvidos no crime ainda não está clara, mas que a vítima sofreu várias pancadas na cabeça e no abdômen. Ela também teve um dente e um dedo quebrados, e sofre sagramento vaginal.

Um dos suspeitos de praticar o estupro foi identificado pela vítima. Segundo a polícia, o rapaz de  22 anos conhecia a lavradora. Na delegacia, ele confessou o espancamento, mas negou ter praticado o abuso sexual. O homem, que tem passagens por tráfico de drogas e furto, alegou ter batido na mulher por conta de uma briga, e disse que agiu só.

A lavradora sente fortes dores e está internada no Hospital Municipal Doutor José Maria de Magalhães Neto, e aguarda transferência para uma unidade médica em Vitória da Conquista para fazer uma tomografia.

 

Brasil, 27 de junho de 2016 
Fonte: TB
Foto: Reprodução

No Dia Nacional de Combate ao Diabetes, especialistas alertam que metade dos cerca de 14 milhões de brasileiros que têm o diabetes não sabe que tem a doença. 

Segundo o endocrinologista João Salles, da Sociedade Brasileira de Diabetes, uma das dificuldades em identificar a doença é que ela não apresenta sintomas no início, como é o caso do tipo dois de diabetes. No estágio avançado, podem aparecer sinais como boca seca, vontade de urinar com frequência e perda de peso espontaneamente. 

“Pessoas com mais de 40 anos, obesas, principalmente com a circunferência abdominal elevada, pessoas com pressão alta, altas taxas de triglicérides e com o HDL, o colesterol bom, baixo, devem ficar mais atentas pois estes são fatores de risco do diabetes tipo dois”, alertou Salles.

Cegueira, insuficiência renal e amputação de membros inferiores são outras consequências.

Consumo de doce

O especialista ressalta que, ao contrário do que muitos pensam, não é apenas comer doce que propicia o desenvolvimento da enfermidade. “Existe uma lenda de que o consumo de doce leva ao diabetes, quando na verdade a doença está ligada à obesidade. Se come doce ou pastel e engorda, o risco é igual”, frisou.

Abandono do tratamento

Pesquisas internacionais apontam que a cada seis segundos uma pessoa morre no mundo por causa do diabetes.  A cada 20 segundos, uma pessoa tem uma amputação de membros por causa do diabetes, e que a doença é a maior causa de cegueira. Essas consequências também estão relacionadas à baixa adesão ao tratamento. De acordo com Salles, depois de um ano do diagnóstico, 60% dos pacientes abandonam o tratamento. “Se ele fizer o tratamento adequado, vai ter qualidade de vida normal”.

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, a doença crônica resulta na não produção do hormônio que controla a glicose no sangue, chamado insulina, ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. O corpo precisa desse hormônio para utilizar a glicose, que obtemos por meio dos alimentos, como fonte de energia. Se esse quadro permanece por longos períodos, pode have danos em órgãos, vasos sanguíneos e nervos.

Existem dois tipos de diabetes. A do tipo um, que é uma doença autoimune, não tem ligação genética forte, tem início abrupto e geralmente se manifesta na infância ou adolescência. Já a do tipo dois, que acomete cerca de 90% das pessoas que tem diabetes, tem fatores genéticos, está muito ligada a obesidade, tem início sem sintomas e pode ser evitada com estilo de vida saudável.

“É importante que o paciente com diabetes entenda que ele precisa participar do tratamento, discutir o tratamento com o médico, saber quanto tá a glicemia dele. Tudo isso é importante pra o controle da doença”, enfatizou o endocrinologista.

Brasil, 27 de junho de 2016 
Fonte: BN
Foto: Reprodução
Saída da capital para interior pela BR-324 tem fluxo de 3km/h na véspera de São João
Foto: Lélia Dourado
Na manhã desta quinta-feira (23), o fluxo de veículos no sentido Salvador - Feira de Santana pela BR-324 registra velocidade média de 3 km/h. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a BR-101 também está com trânsito intenso a partir do viaduto da BR-324. Os soteropolitanos que seguiram para o interior do estado pela rodovia federal enfrentam congestionamento desde a noite desta quarta-feira (22), quando um acidente com tombamento após o posto da PRF em Simões Filho travou a estrada. O trânsito de veículos voltou a fluir por volta das 21h, quando houve um desvio pela Via Parafuso - Candeias - BR-324. 
 
Brasil, 23 de junho de 2016 
Fonte: BN
Foto: Reprodução
Bahia notifica 19 novos casos de microcefalia em uma semana, com total de 32 mortes
Foto: Getty Images
O boletim divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (22) registrou 1.154 casos notificados de microcefalia na Bahia até o dia 18 de junho. No último relatório, apresentado uma semana antes, havia 19 casos a menos. O estado é o segundo com maior número no Brasil, atrás apenas de Pernambuco, com 2.008 casos. De outubro de 2015 até maio deste ano, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) registrou 32 mortes por microcefalia no estado nos municípios de Alagoinhas (1), Anguera (1), Camaçari (3), Conceição do Jacuípe (1), Cravolândia (1), Crisópolis (1), Jaguaripe (1), Jequié (1), Monte Santo (1), Barro Preto (1), Campo Formoso (1), Itabuna (2), Itapetinga (1), Olindina (1), Salvador (6), Tanhaçu (1), Esplanada (1), Feira de Santana (1), Presidente Tancredo Neves (1), Santo Antônio de Jesus (1), Simões Filho (1), Senhor do Bonfim (1), Ilhéus (1), Lauro de Freitas (1).
 
Brasil, 23 de junho de 2016 
Fonte: BN
Foto: Reprodução
Arlindinho, filho de Arlindo Cruz, emagrece 60 kg e reduz 18 números no tamanho das roupas
Foto: Divulgação
Há um ano, Arlindo Neto pesava 138 quilos. O jovem, na época com 23 anos, estava com dores nas articulações, dificuldade para jogar partidas de futebol com amigos e viu surgir problemas de saúde, como uma hérnia de disco, pressão alta e apneia do sono. O filho de Arlindo Cruz, então, decidiu mudar sua rotina e se submeteu a uma cirurgia que transforma o estomago em um tubo e controla o apetite, a “Sleeve”.
 
Oito meses após o procedimento, Arlindo Neto perdeu 60 quilos e pulou do manequim 60 para o 42, diminuindo 18 números e mudando o nome artístico, oficialmente, para Arlindinho. "Hoje tenho outra vida. Acordo mais cedo, tenho hábitos melhores e me sinto mais disposto para tudo”, disse ele ao site Ego. Para ele, o mais difícil teria sido parar de beber cerveja e comer as feijoadas e churrascos frequentes na casa do pai.
 
Mas o artista conta que não precisa e nem gosta de ser tão radical nos fins de semana. "Não sou bitolado. Só procuro me alimentar de forma saudável. O mais difícil é quando viajo. Em alguns lugares que vou não têm comida saudável. Às vezes saio da dieta. Mas costumo levar minha comida também, o que não é muito prático, pois logo estraga”, relatou.
 
Brasil, 23 de junho de 2016 
Fonte: BN
Foto: Reprodução



 

 


 

 

 

 

 

 

 

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