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As centrais sindicais levam às ruas nesta sexta-feira (31) mais uma mobilização contra o governo Michel Temer com o propósito de chamar a atenção para as reformas trabalhistas propostas pelo Palácio do Planalto. E conforme o presidente da CUT Bahia, Cedro Silva, cerca de 1 milhão de pessoas vem sendo atingidas direta e indiretamente pelos protestos. Para chegar à marca, ele considera os participantes das mobilizações, bem como as pessoas que ficam em engarrafamentos provocados pelo ato trabalhista, por exemplo. Em entrevista ao Bahia Notícias, Cedro avalia como "expressivos" os números alcançados pelas centrais sindicais nas mobilizações. "Geralmente a gente tem atingido mais de 1 milhão de pessoas, direta e indiretamente. Quando a atividade é paralisação de estradas, acaba atingindo um número maior", explica. No interior do estado, a CUT Bahia conta com a participação de diversas cidades, especialmente as que possuem sedes regionais. Segundo Cedro, a mobilização deve acontecer em Juazeiro, Paulo Afonso, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Senhor do Bonfim, Teixeira de Freitas e Porto Seguro, entre outras. Apesar dos transtornos provocados pela chuva em salvador nesta quinta-feira (30) e a previsão de tempo fechado para esta sexta, Cedro acredita em uma grande adesão de trabalhadores na mobilização. "Trabalhador é trabalhador. Ele não tem medo de chuva não. Ele está muito preocupado com os direitos que ele pode perder", argumenta o presidente da CUT Bahia. "O trabalhador vai para rua com chuva ou sem chuva", enfatizou. O dia da mobilização desta sexta, 31 de março, foi escolhido para coincidir com a data marcada historicamente pelo início da Ditadura Militar de 1964. Para as 9h está marcada uma caminhada partindo do Campo da Pólvora, que abriga um monumento que lembra os baianos que lutaram contra o regime militar. Mais cedo, às 7h, as centrais sindicais organizam um protesto em frente ao Shopping da Bahia.
Brasil, 31 de Março de 2017
Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN
Uma das vozes mais críticas à transposição do Rio São Francisco, o bispo Diocesano de Barra, no oeste baiano, Dom Luiz Cappio, ainda tem fé no projeto. Cappio – que diz não ser contra a transposição em si, mas à forma como foi conduzida – não mudou a opinião desde quanto fez duas greves de fome, clamando pela revitalização do rio, cuja maior extensão corre pela Bahia. A primeira, em 2005, durou 11 dias. Em 2007, o jejum foi de 23 dias. O frei declarou que não pretende fazer novas greves de fome. Na visão dele, a verdade sobre o projeto será revelada a tempo de a própria Constituição exigir mudanças. “O grito de alerta foi dado em duas ocasiões, através dos jejuns que assumimos. O Brasil e o mundo tomou conhecimento desta realidade triste em que vive o rio e o povo ribeirinho. A verdade se mostrará a seu tempo. Ninguém perde por esperar”, vaticinou em entrevista ao Bahia Notícias. De acordo com o religioso, foram “circenses” as inaugurações feitas por Michel Temer e pelos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff. “Acompanhamos os espetáculos circenses das duas inaugurações [...] Este projeto foi e continua sendo um rico "cabo eleitoral". Nosso atual presidente corre atrás de aprovação popular para seu desastroso governo. O grupo do PT quer garantir um lugar na agenda eleitoreira para 2018. Quer promoção melhor do que Inaugurar o projeto de transposição?”, questionou.

Foto: Reprodução / Novoeste
Para o frei, em tempo de estiagem prolongada, falar em “obras hídricas” é “fonte segura de votos” devido ao sonho das comunidades de terem abastecimento regular. No entanto, na visão dele, quem vai se beneficiar, de fato, são os projetos “agroindustriais”. Como esperava a revitalização do rio, Cappio usa a analogia de que um “anêmico não pode doar sangue” e se diz indignado com o tudo que transcorreu. E interroga: “O Rio São Francisco, na situação em que ele se encontra, até quando terá condições de satisfazer a ganância de poucos em detrimento às necessidades de muitos? Até agora não temos nenhum projeto sério de revitalização. Fala-se muito, mas ainda não chegou. Meu sentimento é de indignação”, desabafa. Em relação aos ribeirinhos, o frei afirmou que é preciso que haja uma união de todos para o que chamou de grandes reformas ambientais. “Todos, ribeirinhos e povo brasileiro, precisamos urgentemente assumir esta luta pelas grandes reformas ambientais, principalmente no que diz respeito a água. Desde o início das obras de transposição, fala-se também na revitalização. A transposição chega a seu fim e a revitalização ainda não começou. A luta séria, assumida pela revitalização é condição 'sine qua non' para que o Rio São Francisco continue vivo e gerando vida para milhões de brasileiros”, finalizou.
Brasil, 30 de Março de 2017
Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN
Brasil, 30 de Março de 2017
Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN
A possibilidade de o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), ser lançado pelo seu partido como candidato à Presidência da República em 2018 ampliou na cúpula da sigla, incluino a ala ligada ao senador Aécio Neves (PSDB), outro nome que circula para a disputa do próximo ano. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, dirigentes tucanos, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, analisam que Doria poderia ser uma espécie de plano B para as eleições presidenciais, caso se confirmem os depoimentos de ex-executivos da Odebrecht, que atingem amplamente o partido, que deste modo, precisaria de uma “cara nova”. Um amigo de FHC afirma que o ex-presidente está “atento a Doria”. Tucanos ligados a Aécio também procuraram o prefeito – um exemplo é o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, que viajou a São Paulo no dia 17 de março para um almoço particular com Doria. Pessoas próximas a Aécio afirmam que ele não desistiu de ser o candidato, mas reconhecem que suas chances são remotas. O próprio senador, antes resistente à ideia, já sinaliza simpatia à candidatura do prefeito paulistano, caso a sua não se viabilize. Neste caso, há uma possibilidade de uma chapa puro-sangue, com o senador Antonio Anastasia (MG) na vice. O interesse do grupo de Aécio é fortalecer Doria em uma disputa pela candidatura com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).
Brasil, 30 de Março de 2017
Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN
Brasil, 29 de Março de 2017
Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN
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