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Brasil, 09 de Março de 2017
Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN
Sete milhões de trabalhadores não poderão sacar o dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) porque os empregadores não fizeram o recolhimento para o fundo. O saque das contas inativas até 31 de dezembro de 2015 começa nesta sexta-feira (10) e segue até 31 de julho. De acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), em reportagem do G1, a negligência patronal corresponde a um débito total de R$ 24,5 bilhões inscritos na dívida ativa da União. Caso o trabalhador identifique que a empresa na qual foi empregado não fez o recolhimento do FGTS, ele pode entrar em contato com a empresa e tentar o depósito imediato do dinheiro ou recorrer à Justiça do Trabalho. De acordo com o advogado João Badari, o prazo para entrar com uma ação é de até dois anos após o desligamento da empresa. "Ou seja, neste caso, só os trabalhadores que saíram da empresa entre março e dezembro de 2015 é que conseguirão ingressar no Judiciário trabalhista para requisitar o depósito dos valores referentes ao FGTS", explicou. Mais informações sobre o saque do benefício estão disponíveis no site da Caixa Econômica Federal (acesse aqui).
Brasil, 09 de Março de 2017
Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN
O deputado Carlos Marun (PMDB-MS) rebateu as acusações do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), segundo as quais ele seria porta-voz do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no Congresso. "Renan me transformou num He-man. Ele vê fantasmas", declarou o sul-matogrossense à colunista do G1, Andréia Sadi, nesta quarta-feira (8). O aliado do ex-presidente da Câmara também foi alvo de críticas do senador após pedir para que fossem afastados do comando do PMDB aqueles envolvidos na Operação Lava Jato. Marun negou as acusações, disse que apenas faz visitas solidárias a Cunha e justificou a carta com o pedido de afastanento. "(...) O que eu não gostaria de ver é o meu partido comandado por algumas pessoas", alegou. A briga entre os dois peemedebistas começou depois que o PMDB cancelou uma reunião para poupar desgaste do ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) e do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), ambos do comando do partido e envolvidos na Lava Jato. O PMDB temia que a carta de Marun ganhasse adesão de outros deputados e se tornasse objeto de discussão no encontro. Não há nova data para acontecer.
Brasil, 09 de Março de 2017
Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN

GENEBRA - A diferença salarial entre mulheres e homens no Brasil é uma das maiores do mundo e equiparar a condição dos dois sexos no País levará um século. Essas são algumas das conclusões do Relatório de Desigualdade Global de Gênero 2016 do Fórum Econômico Mundial, publicado nesta quarta-feira, 26, em Genebra.
De acordo com o levantamento, as sociedades mais igualitárias são as escandinavas. O primeiro lugar é da Islândia, seguida por Finlândia, Noruega e Suécia, ao se considerar todos os aspectos econômicos, políticos, de saúde e de educação.
Entre 144 países avaliados, o Brasil ocupa apenas a 129.ª posição no que se refere especificamente à igualdade de salários entre gêneros. Países criticados por violações aos direitos das mulheres, como Irã, Iêmen e Arábia Saudita estão em melhor posição que o Brasil.
Para equiparar as condições econômicas de homens e mulheres, serão necessários 95 anos se o atual ritmo de progresso for mantido. Em termos gerais, incluindo política, educação e outros aspectos sociais, equiparar as condições entre gêneros no País levará 104 anos.
Segundo o Fórum Econômico Mundial, a taxa brasileira é melhor que a média mundial, de cerca de 170 anos. Mas, ainda assim, o ritmo de avanço é considerado como “lento demais”.
O estudo aponta que a presença de Dilma Rousseff no cargo de presidente nos últimos anos fez o Brasil subir no ranking geral da entidade, passando da 85.ª posição para a 79.ª entre 2014 e 2015. Mas a classificação ainda é pior do que dez anos atrás, quando o Brasil ocupava a 67.ª posição. Hoje, o País fica atrás dos 17 outros países latino-americanos.
O desempenho do Brasil pode cair nas próximas edições do ranking, após o afastamento de Dilma e a posse de um governo com um número reduzido de mulheres em cargos de confiança ou ministeriais.
A disparidade econômica entre homens e mulheres no Brasil é um dos fatores que mais impedem o avanço no ranking. Nesse quesito, o País ocupa a modesta 91.ª posição entre 144 países e é superado por Paraguai, China, Camboja e Chade.
O Brasil é ainda um dos seis países do mundo onde a diferença salarial entre homens e mulheres em cargos executivos é de mais de 50%. Além disso, a presença de brasileiras no mercado de trabalho também é menor: 62% ante 83% de homens. Isso coloca o Brasil na 87.ª posição por esse critério. No que se refere à renda média, a brasileira ganha por ano US$ 11,6 mil. Já a renda média dos homens brasileiros é de US$ 20 mil.
Na América Latina, os especialistas indicam que, se o ritmo for mantido, a “lacuna econômica de desigualdade de gênero” será fechada em apenas seis décadas.
Na política, a presença feminina também é pequena, mesmo que em 2015 a Presidência fosse ocupada por uma mulher. O Congresso ocupa o 120.º lugar entre os países com melhor representação feminina. Antes mesmo de Michel Temer assumir o governo, o Brasil era apenas o 83.º quando o assunto era ministérios ocupados por mulheres. Na educação, a diferença entre homens e mulheres voltou a crescer pela primeira vez em cinco anos. O ponto positivo ficou no acesso à saúde, em que o País aparece em 1.º lugar.
Brasil, 08 de Março de 2017
Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN
Brasil, 08 de Março de 2017
Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN
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