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Bahia registra maior taxa de desemprego do país no primeiro trimestre de 2016
 
 
A Bahia é o estado com a maior taxa de desemprego do país, com 15,5%. Segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (19) referentes ao primeiro trimestre de 2015, a desocupação no Brasil ficou em 10,9%. Depois da Bahia, os maiores índices estão no Rio Grande do Norte (14,3%) e no Amapá (14,3%). Os menores foram registrados em Santa Catarina (6,0%), Rio Grande do Sul (7,5%) e Rondônia (7,5%). A região Nordeste teve a maior taxa de desemprego, com 12,8%, contra 9,6% registrados no primeiro trimestre de 2015. O rendimento médio do brasileiro é de R$ 1.966. As regiões Sudeste (R$ 2.299), Centro-Oeste (R$ 2.200) e Sul (R$ 2.098) superaram a média, enquanto Norte (R$ 1.481) e Nordeste (R$ 1.323) ficaram abaixo.
Rodoviários realizam nova assembleia e passeata na tarde desta quinta
Foto: Sintroba
 
O Sindicato dos Rodoviários decidiu em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (19) manter o estado de greve, aprovado há uma semana. Segundo o presidente do sindicato, Hélio Ferreira, após a assembleia, a categoria saiu em passeata até a Transalvador, “por conta da grande quantidade de multas” aplicada sobre os motoristas. Na tarde desta quinta, é realizada nova assembleia, seguida de passeata. “A gente vai ver o melhor momento, a melhor estratégia para fazer a paralisação”, explica Ferreira. Após a aprovação do estado de greve, os representantes da categoria já se reuniram com o prefeito ACM Neto e com o Ministério Público do Trabalho (MPT). Nesta sexta (20), ocorre nova reunião no MPT, às 10h.

Os rodoviários de Salvador estão em estado de greve desde a última quinta-feira (12)

O diretor de Comunicação do Sindicato dos Rodoviários no Estado da Bahia, Fábio Mota, confirmou duas novas assembleias nesta quinta-feira (19) para discutir as reivindicações da categoria. Segundo Mota, às 9h e às 15h, os rodoviários vão se reunir na sede do Sindicato dos Bancários, no bairro dos Aflitos.

Os rodoviários de Salvador estão em estado de greve desde a última quinta-feira (12). A decisão ocorreu em assembleia e faz parte da Campanha Salarial 2016.

Foto: Arquivo CORREIO

Daniel Mota não excluiu a possibilidade de ocorrer assembleias itinerantes. "Pode acontecer de irmos para as garagens de madrugada levar aos trabalhadores, que não podem ir até a assembleia, informações sobre como andam as negociações. Isso pode atrasar a saída dos ônibus, mas não é certeza", explicou o diretor do sindicato.

Reunião com Ministério
Ainda de acordo com Daniel Mota, as negociações estão estagnadas, mas o prefeito ACM Neto sinalizou que vai retomar as negociações por meio do secretário de mobilidade Fábio Mota. "Além dessa expectativa de intervenção do prefeito, também tem outra janela do Ministério Público do Trabalho na Bahia, que se reuniu conosco ontem e vai repetir na próxima sexta", disse Daniel Mota.

Ainda de acordo com Mota, o sindicato agora busca pela presença do Estado nas negociações. Para ele, é necessário que a Agerba integre o grupo, já que o sindicato também representa os rodoviários que atendem à indústria, petroquímica e interior.

Ônibus metropolitanos
Os rodoviários que atuam na Região Metropolitana de Salvador (RMS) também já decretaram estado de greve. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários da Região Metropolitana de Salvador (Sindmetro), a categoria passará esta quarta-feira (18) em assembleia para definir os rumos da campanha salarial.

Apesar do indicativo de paralisação, o grupo se reuniu na manhã de hoje, às 9h30, na sede do sindicato, em Villas do Atlântico, para discutir as pautas de reivindicações. Outra assembleia para os trabalhadores está marcada para às 15h30 de hoje.

"Estamos em estado de greve, mas seguimos com as rodadas de negociações com o patronato. Segunda (30) teremos mais uma reunião com eles", explicou Valter Luis, presidente do Sindmetro. Assim como os rodoviários de Salvador, a categoria pede reajuste de 18% no salário, redução da jornada para 6h e outros benefícios como tíquete-alimentação, redução do desconto do auxílio-alimentação, entre outros.

A cantora foi procurada pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP)

Daniela Mercury recusou o convite para assumir a Secretaria Nacional de Cultura, segundo a repórter fotográfica Marlene Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. A cantora foi procurada pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP).

Daniela Mercury recusa convite para Secretaria de Cultura de Temer, diz jornal

 

Marta recebeu o não de Daniela depois de fazer contato com a artista baiana no início desta semana, segundo a coluna Mônica Bergamo.

Nas redes sociais, Daniela Mercury é uma das artistas que se posicionaram contra a fusão do Ministério da Cultura com o de Educação. "Um povo que cala seus artistas, cala sua própria voz", escreveu Daniela no Instagram.

 

Outras quatro mulheres procuradas pelo governo de Michel Temer (PMDB) para a secretaria de Cultura, antigo Ministério de Cultura, já teriam recusado convites: a atriz Bruna Lombardi, a jornalista e apresentadora Marília Gabriela, a antropóloga Cláudia Leitão e a consultora de projetos culturais da FGV (Fundação Getulio Vargas), Eliane Costa.

 

Em meio às críticas relacionadas à ausência de mulheres no ministério, Temer tem procurado uma mulher para ocupar a pasta.

Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que a solução do financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) está condicionada a uma reforma na Previdência Social. "Eu não tenho nenhuma pretensão de redimensionar o SUS. O que nós precisamos é capacidade de financiamento para atender a demanda", disse. "Só conseguiremos espaço fiscal para saúde se conseguirmos repactuar os gastos excessivos na Previdência", completou. O ministro argumentou que atualmente a Previdência consome 50% da arrecadação federal, o que, segundo ele, compromete de forma direta as demais áreas sociais. Dos R$ 118 bilhões previstos no orçamento deste ano para a Saúde, R$ 9,9 bilhões foram contingenciados. Com o corte, recursos para custear programas considerados essenciais, como Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Farmácia Popular e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), são suficientes somente até agosto. Pelo orçamento atual, também não há verba para custear internações, cirurgias e outros procedimentos chamados de média e alta complexidade em dezembro. Barros afirmou que deve nesta quarta-feira, 18, em reunião marcada com o ministro do Planejamento, Romero Jucá, solicitar a liberação de recursos para a área. "O SUS está previsto na Constituição, é um direito garantido. Isso não será mudado", disse o atual titular da Saúde. Jucá, por sua vez, declarou que a repactuação do SUS será discutida no âmbito do Ministério da Saúde. "É claro que há subfinanciamento do SUS. Faltam recursos. A tabela de procedimentos não é reajustada, os serviços estão aquém do que deve ser ofertado à sociedade. Tudo isso será discutido na área específica do ministro", afirmou o titular do Planejamento, que participou da abertura do XXVIII Fórum Nacional, organizado pelo ex-ministro João Paulo dos Reis Velloso.
 
Brasil, 18 de maio de 2016
Fonte: BN
Foto: Reprodução



 

 


 

 

 

 

 

 

 

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