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Juliana Marins, brasileira de 26 anos que estava desaparecida desde o último sábado (21) após cair em um penhasco durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, foi encontrada sem vida nesta terça-feira (24). A informação foi confirmada pela família por meio de uma publicação nas redes sociais.
“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido”, diz a nota.

Juliana, natural de Niterói (RJ), fazia uma trilha guiada quando sofreu a queda em uma área de difícil acesso. Desde então, mais de 50 socorristas se revezavam em equipes para tentar alcançá-la, utilizando drones, cordas e até equipamentos pesados para abrir passagem na encosta do vulcão.
O caso comoveu o país e mobilizou uma corrente de solidariedade nas redes sociais. A família agora aguarda os trâmites para o traslado do corpo ao Brasil.

Ao menos quatro pessoas morreram após um balão pegar fogo no ar e cair em um posto de saúde, no município de Praia Grande, no sul de Santa Catarina, na manhã deste sábado (21).
Segundo informações preliminares divulgadas pelo Corpo de Bombeiros, cerca de 22 pessoas estariam dentro do balão.
A corporação afirmou que as vítimas estão sendo atendidas, procuradas e avaliadas pelas equipes de bombeiros.
Fonte: CNN Brasil

A Meta, empresa que administra o WhatsApp, anunciou que o aplicativo de mensagens começará a exibir anúncios, com a implementação sendo feita de forma gradual ao longo do ano. A mudança representa o movimento mais significativo da empresa para monetizar sua base de cerca de 3 bilhões de usuários.
Os anúncios não serão exibidos nas conversas, mas sim na aba de atualizações, onde ficam os status dos contatos salvos — semelhante aos stories do Instagram. As propagandas aparecerão de forma integrada aos status, entre as publicações dos contatos.
Apesar de alguns usuários demonstrarem preocupação quanto à privacidade das conversas, a Meta garantiu que a aba de Conversas continuará livre de anúncios. O WhatsApp assegurou que mensagens, chamadas e grupos pessoais, protegidos por criptografia de ponta a ponta, não serão usados para o direcionamento de anúncios.
Além disso, a empresa tranquilizou os usuários ao afirmar que os números de telefone não serão vendidos nem compartilhados com anunciantes.
A plataforma também lançará um modelo de assinatura para Canais, com a opção de impulsionamento pago. Ao clicar em um desses anúncios, o usuário será direcionado para uma janela de conversa com a empresa anunciante — uma forma pensada para facilitar a interação comercial.

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou o prazo para o pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025. Agora, os participantes têm até o dia 27 de junho para efetuar o pagamento e garantir a participação no exame.
O valor da taxa é de R$ 85, e a inscrição só será confirmada após a quitação. O pagamento pode ser feito de forma prática, por meio de boleto bancário, Pix, cartão de crédito ou débito em conta corrente ou poupança, conforme as opções oferecidas pelo banco. Para quem optar pelo Pix, é necessário escanear o QR Code que aparece no boleto gerado na Página do Participante.
Candidatos que são estudantes de escolas públicas e concluirão o ensino médio em 2025 têm direito à isenção da taxa, e, por isso, não precisam gerar boleto.
As provas do Enem 2025 estão marcadas para os dias 9 e 16 de novembro. No entanto, em razão da realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que ocorrerá em novembro em Belém (PA), os participantes das cidades de Belém, Ananindeua e Marituba farão o exame nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro.
Outra novidade desta edição é que o Enem volta a permitir a possibilidade de certificação do ensino médio ou de proficiência parcial para participantes com 18 anos ou mais. Para obter o certificado, é necessário atingir pelo menos 450 pontos em cada área de conhecimento e 500 pontos na redação.

Foto: CCR Metrô Bahia
A Prefeitura de Salvador protocolou um recurso no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) para tentar restabelecer a validade da lei municipal que institui vagões exclusivos para mulheres no metrô da capital. O recurso foi apresentado na última sexta-feira (13), após a suspensão da norma por decisão do desembargador José Cícero Landin Neto.
Sancionada em abril deste ano, a lei determina a implantação dos chamados “vagões rosa” nos horários de pico, como forma de prevenir casos de assédio e ampliar a segurança das usuárias do transporte público.
A medida foi contestada judicialmente pela Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANP-Trilhos), que argumenta que o município não tem competência legal para legislar sobre o metrô, uma vez que o serviço também abrange o município de Lauro de Freitas, caracterizando-se como transporte intermunicipal.
Na petição apresentada ao TJ-BA, a gestão municipal sustenta que a lei tem como objetivo proteger direitos fundamentais das mulheres, como a integridade física e a dignidade, e afirma que a iniciativa é compatível com o interesse local, mesmo em um sistema de operação compartilhada.
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