Para Douglas Fagundes, produtor da Fazenda Boa Terra, na Chapada Diamantina, o café precisa ir além do consumo diário. “Precisamos praticar uma cafeicultura que carrega a riqueza de valores que podem mudar o futuro de forma definitiva, tanto para as comunidades produtoras, quanto para o planeta e os consumidores”, defende. O café produzido por Fagundes e Isabela Azevedo fará parte da linha oficial do festival, representando a Coopric (Cooperativa dos Produtores Rurais de Ibicoara e Chapada Diamantina).
A jornalista e TED Speaker Kelly Roberta Stein, que mediará uma roda de conversa no sábado (16), reforça a importância das práticas sustentáveis. “Se olharmos com atenção para práticas sustentáveis de cultivo, o futuro do café é muito promissor… não precisa ser radical, mas tem que plantar mais árvores para garantir água, cuidar do solo para que a planta viva melhor e produza mais”, diz.
Com o tema “O Futuro do Café”, o evento é promovido pela Xodó Cafés Especiais e Rede Amo, e contará com três áreas principais: Palco Principal (com shows, palestras e rodas de conversa), Arena Educacional (com cursos e oficinas) e Arena Cupping (com degustações de cafés da Bahia), além de uma área infantil e o Cine Café, com documentários e webséries sobre o café no Brasil.
Serviço:
Festival Baiano de Cafés 2025
Trapiche Barnabé, 16 e 17 de agosto, das 13h às 21h
Ingressos: R$ 30 (individual) | R$ 55 (passaporte para dois dias)
Venda: Sympla
Programação completa: @festivalbaianodecafes













