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Delegado da Polícia Federal diz que 'timing' para prender Lula pode ser em 30 ou 60 dias
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
A Polícia Federal não perdeu o "timing" para prender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no âmbito da Operação Lava Jato. Em entrevista ao Uol, o delegado Igor Romário de Paula, responsável pelas investigações, sugeriu que não há tempo definido para que a prisão seja realizada. "É complicado falar em perder timing. Os requisitos para uma prisão preventiva são bastante objetivos. Lá atrás, na f ase 24 da Lava Jato, quando houve a representação do Ministério Público [a condução coercitiva de Lula], não existiam os requisitos para um pedido de prisão do ex-presidente. (...) Esse timing pode ser daqui a 30 dias, a 60 dias. A investigação que envolve o ex-presidente Lula é muito ampla", explicou o delegado, que considerou ainda o surgimento de um timing nas investigações em Brasília e não em Curitiba. Alvo de quatro ações no âmbito da Lava Jato, Lula é apontado como proprietário do sítio de Atibaia e tem suas palestras colocadas em suspeição pela força-tarefa. "Em um deles [inquéritos] falta um laudo pericial para que seja finalizado. E em outro, um detalhe de ordem técnica. Os dois estão sob a incumbência do delegado Márcio Anselmo. Eu imagino que, no máximo em 30 dias, esses inquéritos estarão concluídos", detalhou De Paula. O delegado refutou uma afirmação de Lula, segundo o qual havia "dedo estrangeiro" nas investigações da Operação Lava Jato. Para o policial federal, se houvesse interesses nenhum membro da força-tarefa estaria trabalhando e comparou a afirmação à atribuição de assassinato a quem encontrou um corpo em uma cena de homicídio. "Há um desgaste para o país, claro, mas talvez ao final disso tudo o resultado seja muito mais positivo ao estancar a sangria da corrupção", acrescentou. A defesa de Lula não quis se manifestar sobre as declarações. 
 

Brasil, 27 de Janeiro de 2017 

Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN

Portos baianos encerram 2016 com segunda melhor marca da história
Foto: Divulgação / Braskem
Nos três portos públicos administrados pela Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), o ano de 2016 encerrou com incremento de 3,4%, em relação a 2015. De acordo com a instituição, juntos, os Portos de Aratu-Candeias, Salvador e Ilhéus movimentaram 11,1 milhões de toneladas em 2016, ante as 10,7 milhões registradas no ano anterior. O resultado figura acima da média nacional entre os portos públicos, representando o marco de segundo melhor desempenho alcançado pela Companhia. Outro recorde alcançado em 2016 ficou para o Porto de Salvador, com registro de maior movimentação de cargas em toda sua história, marcando um novo recorde de 4,5 milhões de toneladas, superando a sua melhor marca registrada em 2014, de 4,3 milhões. Produtos petroquímicos, celulose, trigo, equipamentos e alimentos responderam pelo incremento, que foi de 9,7% sobre o resultado de 2015. Em Aratu-Candeias, a atividade portuária superou a média dos últimos cinco anos, encerrando o ano passado com movimentação de 6,3 milhões de toneladas, 2,7% acima do resultado de 2015. A inserção de óleo diesel no rol de cargas em trânsito no Porto no ano passado respondeu pelo êxito dos números, com quase 500 mil toneladas movimentadas. Fertilizantes, concentrado de cobre, dentre outras, permanecem como destaques nos píeres dos Terminais de Graneis Sólidos (TGS). No Porto de Ilhéus, a movimentação somou pouco mais de 220 mil toneladas, apresentando recuo na ordem de 47,6% em relação ao ano anterior, o menor resultado nos últimos cinco anos. O porto foi prejudicado especialmente a partir do segundo semestre com a desativação das operações com o minério do níquel e dos trilhos destinados a FIOL. Perdeu também parte dos embarques da magnesita, transferida para Aratu-Candeias, ficando reduzindo praticamente aos desembarques esporádicos da amêndoa do cacau.
 

Brasil, 26 de Janeiro de 2017 

Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN

Marisa Letícia segue internada em UTI; não há previsão de alta após embolização
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
A ex-primeira-dama Marisa Letícia, de 66 anos, segue internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio Libanês, após ter sofrido um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico nesta terça-feira (24). A equipe médica não tem previsão de alta para a esposa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Marisa passou por um procedimento de emergência, que durou cerca de duas horas, para conter uma hemorragia no cérebro. "[Ela] Está sedada e nas próximas horas vamos começar a retirar a sedação", explicou ao G1 o doutor Roberto Kalil Filho, chefe da equipe médica que atende a ex-primeira-dama, que é hipertensa. Marisa já tinha um aneurisma - veia cerebral com malformação - diagnosticado há cerca de dez anos. Na época não havia indicação para cirurgia, apenas acompanhamento clínico. De acordo com o médico, esse aneurisma se rompeu, possivelmente em decorrência de uma crise hipertensiva. "O paciente hipertenso tem que se cuidar. No dia a dia a sua pressão varia, mas ela teve um quadro de crise hipertensiva e isso provavelmente rompeu o aneurisma", acrescentou Kalil. Quando Marisa chegou ao hospital, os médicos iniciaram uma arteriografia cerebral para detectar a localização da hemorragia e introduziram um cateter pela virilha, que vai até a região afetada e solta um "balãozinho" para estancar o sangramento - o nome do procedimento é embolização. 
 

Brasil, 25 de Janeiro de 2017 

Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN

Acusados de espancar ambulante até a morte são mantidos presos pela Justiça
Foto: Reprodução / TV Globo
A Justiça paulista determinou a prisão preventiva dos dois acusados de espancarem até a morte o ambulante Luiz Carlos Ruas em uma estação de metrô em São Paulo no último dia 25 de dezembro, segundo informações do jornal O Globo. Até o momento, Ricardo Martins Nascimento, de 21 anos, e Alípio Rogério Belo dos Santos, de 26 anos, estavam presos temporariamente desde 28 de dezembro. O crime, que foi registrado pelas câmeras de segurança da estação, teve repercussão nacional. Ruas tentava defender uma travesti e um morador de rua que estava sendo agredido pela dupla, que reagiu e o espancou até a morte. Ricardo e Alípio, que são primos, conseguiram fugir, e de acordo com seus advogados, só descobriram que mataram o ambulante no dia seguinte, com a divulgação do fato pela imprensa. Eles foram localizados três dias depois e a ordem de prisão temporária venceria nesta semana. Os agressores não negam o crime, mas sua defesa argumenta que eles brigaram com o ambulante após Alípio ter o celular roubado por um grupo de pessoas que estava do lado de fora da estação, entre elas uma travesti. Ricardo, por sua vez, alega que "estava alterado" por ter consumido "cachaça", mas que isso não justificava a agressão.
 

Brasil, 25 de Janeiro de 2017 

Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN

Gravação de áudio do avião no qual estava Teori não indica problemas na aeronave
Foto: Reprodução / TV Globo
A gravação de áudio do avião no qual estava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, indica que não houve relatos de problemas na aeronave antes da queda em Paraty, de acordo com peritos da Aeronáutica. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, os registros da cabine da aeronave teriam captado os diálogos do piloto Osmar Rodrigues com outros pilotos que voavam pela região. Segundo os peritos, na conversa, o piloto afirma que vai esperar a chuva diminuir antes do pouso. Análises preliminares apontam que a gravação é interrompida momentos depois. Para os técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), o teor da conversa indica que o piloto pode ter perdido o controle da aeronave, o que resultou no choque com a água. O áudio não explica o que ocorreu, de forma que a investigação também depende de outros fatores para que a causa da queda seja determinada. A recuperação da gravação foi confirmada pela Aeronáutica na noite desta terça-feira (24). O aparelho teria sofrido danos pelo contato com a água do mar, mas não impediu o acesso aos dados. O equipamento gravou os últimos 30 minutos de conversa na cabine do avião. A Justiça Federal decretou sigilo sobre as gravações. O CVR, como é chamado o equipamento, chegou a Brasília na manhã do último sábado (21), e está sob responsabilidade do Laboratório de Análise e Leitura de Dados de Gravadores de Voo (Labdata), do Cenipa. À tarde, a Aeronáutica informara que os próximos passos do Laboratório eram: "secagem do aparelho, verificação da integridade dos dados, processo de degravação dos dados e processo de transcrição". Ainda de acordo com a Aeronáutica, em nota, o CVR tem "duas partes". "A primeira é o gravador em si, que armazena os dados. Essa parte é altamente protegida. A segunda é chamada 'base', que contém cabos e circuitos que fazem a ligação com o armazenamento de dados. É essa segunda 'parte' que está molhada e precisa ser recuperada”. O inquérito aberto pela Polícia Federal fará investigações em Sorocaba (SP), onde fica o hangar principal utilizado pelo avião King Air; Paraty (RJ), onde ocorreu a queda; e no aeroporto do Campo de Marte, em São Paulo, de onde a aeronave partiu e onde foi apreendido equipamento de vídeo com imagens que registram a chegada do ministro do STF no dia do acidente. Entre os policiais está um ex-piloto de avião comercial. O grupo básico, formado por seis investigadores, é lotado na direção geral da PF, em Brasília. Alguns dos membros do núcleo de apuração também trabalharam no inquérito que apurou a queda do jatinho que resultou na morte do então candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB).
 

Brasil, 24 de Janeiro de 2017 

Por Redação AlegriaNews| Fotos: Reprodução | BN



 

 


 

 

 

 

 

 

 

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