Campeão mundial de jiu-jítsu, Leandro Pereira Lo morreu neste domingo (7), após ser baleado com um tiro na cabeça dentro de uma festa realizada no Clube Sírio, em São Paulo (SP).
O atleta levou um tiro na cabeça após uma discussão, quando ocorria a apresentação musical do grupo Pixote.
Leandro tinha 33 anos foi oito vezes campeão mundial de jiu-jitsu em cinco categorias diferentes.
Segundo o site G1, o incidente iniciou depois de uma discussão entre o Lo e um outro homem. Leandro imobilizou o rapaz após ele tentar pegar uma bebida de sua mesa. Na sequência, o homem sacou uma arma e atirou na cabeça do atleta.
O autor do disparo já foi identificado, mas seu nome é mantido em sigilo.
Fonte: Bahia Notícias
O sucesso recente de treinadores estrangeiros no futebol do Brasil não convenceu boa parte da população a respeito da possibilidade de a seleção nacional ser dirigida por um profissional de fora. Essa hipótese é rejeitada por 55% da população, segundo a mais recente pesquisa Datafolha.
O levantamento foi feito nos dias 27 e 28 de julho. Foram ouvidas 2.556 pessoas de 16 anos ou mais em 183 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.
Houve considerável aumento na rejeição em relação à pesquisa anterior. A mesma pergunta foi feita no final de 2019 -em verificação também com margem de erro de dois pontos percentuais-, quando 46% se mostraram contrários ao comando estrangeiro no time verde-amarelo.
Na ocasião, 39% disseram ser a favor. Esse número agora caiu para 30%. Diante do questionamento de 2022, houve 8% que se declararam indiferentes sobre a nacionalidade do técnico do Brasil, e outros 7% afirmaram não saber o que responder.
O primeiro levantamento se deu nos dias 5 e 6 de dezembro de 2019, não muito tempo depois de o português Jorge Jesus ter conduzido o Flamengo ao título da Copa Libertadores. O convincente futebol rubro-negro quebrou recordes, como o de pontuação no Campeonato Brasileiro.
Meses mais tarde, Jesus partiu, deixando saudade nos flamenguistas e um sucessor em terras brasileiras. As edições 2020 e 2021 da Libertadores, a taça mais cobiçada da América do Sul, tiveram triunfo de outro português, Abel Ferreira, do Palmeiras, vivíssimo na luta pelo tri.
Esses resultados, aliados à percepção (verdadeira ou não) de que treinadores brasileiros outrora vitoriosos haviam se tornado obsoletos, levou vários times a buscar profissionais no exterior. O Campeonato Brasileiro deste ano começou com forasteiros à beira do gramado em nove das 20 equipes da Série A.
A estabilidade deles, porém, não foge à regra do Brasil, de frequentes trocas no comando. Hoje, há cinco técnicos estrangeiros no campeonato: três portugueses (Abel Ferreira, do Palmeiras, Luís Castro, do Botafogo, e Vítor Pereira, do Corinthians), um argentino (Juan Pablo Vojvoda, do Fortaleza) e um paraguaio (Gustavo Morínigo, do Coritiba).
Todos esses, em maior ou menor grau, são prestigiados pelas diretorias dos clubes e queridos pelos torcedores. Mas o brasileiro ainda parece resistente à possibilidade de entregar as chaves da seleção pentacampeã a um não brasileiro.
"O entendimento de a rejeição ter aumentado talvez passe menos pela seleção brasileira e mais pelo trabalho desempenhado por treinadores estrangeiros em clubes brasileiros de 2019 para 2022", diz Marcel Diego Tonini, doutor em História Social pela USP (Universidade de São Paulo).
Ele lembrou, destacadas exceções à parte, que os profissionais do exterior têm sido demitidos com a mesma facilidade dos brasileiros. Só no atual Nacional caíram, deixando imagem ruim, os argentinos Antonio Mohamed (Atlético Mineiro) e Fabián Bustos (Santos), o uruguaio Alexander Medina (Internacional) e o português Paulo Sousa (Flamengo).
"Eles tiveram seus trabalhos contestados e, consequentemente, seus contratos rompidos. Isso, provavelmente, explica a maior rejeição à presença de um treinador estrangeiro na seleção brasileira em 2022 do que em 2019", afirma Tonini, referindo-se também às demissões dos últimos dois anos.
Tite, que comandou a equipe nacional na Copa do Mundo da Rússia, em 2018, e será seu comandante no Mundial do Qatar, em 2022, já avisou que não permanecerá em 2023. E o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ednaldo Rodrigues, mostrou-se aberto a apostar em um estrangeiro -como ocorre na equipe feminina, dirigida pela sueca Pia Sundhage.
Se isso de fato ocorrer, haverá narizes torcidos de todos os tipos. Em qualquer recorte que se faça da pesquisa Datafolha, seja por sexo, faixa etária, escolaridade, renda familiar, região, cor, religião, grau de interesse na Copa ou candidato favorito na eleição presidencial, os contrários superam os favoráveis.
Há, porém, nuances. Os homens, por exemplo, demonstram abertura maior a um técnico de fora (36% a favor, 53% contra, com margem de erro de três pontos percentuais) do que as mulheres (24% a favor, 57% contra, com a mesma margem de erro).
Já os mais velhos são os mais reticentes. Apenas 21% são a favor entre os brasileiros com mais de 60 anos, com 64% contra. Na faixa dos 25 aos 34, são 36% a favor, 50% contra. Nos dois casos, a margem de erro é de quatro pontos.
"Que há um certo tabu em relação à seleção brasileira masculina, há. Não nos esqueçamos que tivemos apenas duas singulares e especiais experiências com estrangeiros em seu comando: Joreca [português], em 1944, e Filpo Núñez [argentino], em 1965", afirma Tonini, hoje membro do Centro de Referência do Futebol Brasileiro, do Museu do Futebol.
"É possível que a boa experiência com Pia Sundhage na seleção brasileira feminina sirva de base para a CBF especular a presença de um estrangeiro no time masculino, bem como sentir a reação de torcedores, de jornalistas e dos próprios torcedores brasileiros", conclui o pesquisador.
Fonte: Bahia Notícias
Classificado para a próxima fase da Série C de forma antecipada, o Mirassol enfrentou o Botafogo-PB, na última quarta-feira (3), pela partida adiada da 12ª rodada, com time praticamente todo reserva. O técnico Ricardo Catalá celebrou a oportunidade de rodar o elenco e fazer avaliações em situação de jogo antes de começar a decisão do acesso. O time paulista encara o Vitória no próximo domingo (7), pela 18ª jornada.
"É fundamental podermos dar volume de jogo para todos. Vê-los em situação de jogo também nos dá condição de ter mais certeza do que cada um pode entregar e demonstra a força do grupo e o respeito pelo trabalho desde o início. Tenho convicção de que estamos no caminho correto. Tem muita coisa a ser feita, mas essas oportunidades vão nos ajudar a fortalecer o grupo que temos", afirmou.
Mirassol e Vitória se enfrentam a partir das 19h, no estádio José Maria de Campos Maia. O time paulista lidera a tabela de classificação com 33 pontos, três a mais do que o Paysandu, que é segundo. Já o Leão, que briga por uma vaga na próxima fase, é o 11º colocado com 23 pontos, dois a menos do G-8.
Fonte: Bahia Notícias
O atacante Rafinha está entre os 23 relacionados do Vitória para a partida contra o Mirassol. O jogador se recuperou de uma lesão muscular no adutor da coxa e vai para a partida.
No treino desta sexta-feira (5), Rafinha treinou normalmente e não se queixou de dores.
A preparação do Vitória será encerrada no sábado (6), em São José do Rio Preto (SP), que fica a 12 km de Mirassol (SP).
O Vitória pega o Mirassol no domingo (7), às 19h, fora de casa, válido pela penúltima rodada da primeira fase da Série C.
Fonte: Bahia Notícias
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) designou o árbitro Lucas Paulo Torezin, do Paraná, para apitar o jogo de ida entre Bahia de Feira e São Bernardo, pelas oitavas de final da Série D. A partida acontece neste sábado (6), em Feira de Santana.
Lucas Paulo Torezin será auxiliado pelos assistentes Jefferson Cleiton Piva da Silva e Heitor Alex Eurich. Os dois também são ligados à Federação Paranaense de Futebol (FPF).
A bola rola para Bahia de Feira e São Bernardo a partir das 16h, na Arena Cajueiro. A partida de volta está programado para o dia 13, no outro sábado, no mesmo horário, no estádio 1º de Maio. O empate no placar agregado leva a decisão para os pênaltis.
Fonte: Bahia Notícias
A promessa é de uma Fonte Nova lotada para o jogo entre Bahia e CSA neste sábado (6), às 16h30, pela 22ª rodada da Série B. De acordo com boletim divulgado pelo Tricolor na manhã desta sexta (5), mais de 39 mil ingressos estão garantidos para a partida.
A alta procura da torcida esgotou os setores cadeira Sul e Intermediário e cadeira Sul Inferior. Ainda restam poucas entradas para os setores Cadeira Especial e Cadeira Superior.
As entradas seguem à venda nesta sexta no site oficial da Arena Fonte Nova. Além do ponto virtual, a Bilheteria Sul do estádio e as lojas Turma Tricolor (Shopping Piedade e Boca do Rio) e Mascote Tricolor (Caminho de Areia) são opções.
Vale lembrar que crianças de até onze anos não pagam, com exceção do Lounge, onde o limite de idade é de seis anos.
O recorde de público do Bahia na história da Arena é 46.341 pagantes, em 2019, enquanto o maior nesta temporada foi 41.617.
Confira a tabela de preços:

Veja a programação dos locais de venda:
Sexta (5)
Internet – 24h
Fonte Nova – 10h às 16h (Bilheteria Sul/Dique)
Turma Tricolor Shopping Piedade – 9h às 19h
Turma Tricolor Multishop Boca do Rio – 8h às 19h
Mascote Tricolor (Caminho de Areia) – 8h às 19h
Sábado (6)
Internet – Até 16h30
Fonte Nova – A partir das 10h (Bilheteria Sul/Dique)
Turma Tricolor Shopping Piedade – 9h às 15h
Turma Tricolor Multishop Boca do Rio – 8h às 15h
Mascote Tricolor (Caminho de Areia) – 8h às 15h
Fonte: Bahia Notícias
A baiana Ana Marcela Cunha foi confirmada, nesta quarta-feira (3), como mais uma embaixadora dos Jogos da Juventude, que será disputado entre os dias 2 e 17 de setembro, em Aracaju (SE). A campeã olímpica em Tóquio-2020 se junta a Rebeca Andrade, anunciada na última quinta (28).
Mais de 4 mil jovens atletas de todos os estados do país participarão do evento.
"Ana Marcela é mais uma atleta excepcional que está diariamente no Centro de Treinamento do COB já inspirando atletas que frequentam o local. E tê-la conosco nos Jogos da Juventude é fantástico. Ela é um exemplo de sucesso, determinação e responsabilidade para todos os jovens atletas e transmite motivação a todos que estão ao seu lado. Certamente será uma fonte de inspiração para todos os participantes do Jogos da Juventude", destacou Kenji Saito, diretor de Desenvolvimento e Ciências do Esporte do COB.
Ana Marcela já exerceu a função de embaixadora na edição de 2018, em Natal. Agora, retorna ao evento com o título de campeã olímpica e novas histórias para inspirar o futuro do esporte nacional.
De acordo com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), além de Ana Marcela e Rebeca, serão anunciados em breve outros grandes nomes do esporte nacional como embaixadores dos Jogos da Juventude.
A principal função dos embaixadores é interagir com os jovens atletas, permitindo a troca de experiências com seus ídolos. Eles assistem as competições, entregam medalhas, alguns participam da cerimônia de abertura, de bate-papos e ações educativas.
Fonte: Bahia Notícias
Pentacampeão em 2002, o ex-atacante Ronaldo Fenômeno aposta em Neymar na conquista do hexacampeonato da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2022, no Catar. O Mundial acontece entre 21 de novembro e 18 de dezembro. Apesar da confiança, o dono da SAF do Cruzeiro torce para que o camisa 10 deixe o extracampo de lado.
"A Seleção vai ser favorita em qualquer competição. Pelo talento que temos. Essa Copa do Mundo não vai ser diferente. Mas se o Neymar tiver 100% fisicamente e focado, nessa Copa do Mundo vamos ter muita chance de trazer o caneco. Por isso, a gente torce tanto para que o Neymar segure no extracampo, para a gente chegar no Catar e ter união do povo brasileiro. Talvez esse futebol tenha a força de unir o povo brasileiro para comemorar alguma coisa", afirmou nesta quarta-feira (3) durante evento promovido pela XP Investimentos. "Deixar extracampo completamente de lado e que ele possa deixar tudo em campo. Ele é um craque, talvez um dos maiores da história do futebol brasileiro", completou.
O Brasil está no grupo G da Copa do Mundo. A estreia do time Canarinho vai ser contra a Sérvia no dia 24 de novembro, uma quinta-feira, às 16h no horário de Brasília. Quatro dias depois, uma segunda, o embate será diante da Suíça, a partir das 13h. Por fim, a Seleção pega o Camarões, no dia 2 de dezembro, uma sexta, às 16h.
Fonte: Bahia Notícias
O técnico João Burse, do Vitória, recebeu elogios do lateral-direito Alemão. Para o atleta, o comandante rubro-negro tem muitas virtudes, entre elas extrair o melhor de cada jogador.
“Indiscutivelmente a gente viu evolução com chegada dele. O diferencial dele é que consegue extrair o melhor do atleta nas suas características dentro de campo. Professor que não improvisa muito, isso facilita. Diferencial é a parte dentro de campo a parte de treinamento. Se não der certo, ele mostra o que deu errado. É um mérito dele. E também a confiança que ele passa para a gente, cara bem centrado. Mesmo que o atleta não vá bem, ele fala para ter confiança. É um ponto importante”, avaliou Alemão.
No comando do Vitória, João Burse esteve à frente em seis jogos. Foram três vitórias e três empates. Aproveitamento de 66,6%. Atualmente, a equipe tem 23 pontos e ocupa a 11ª posição.
O próximo jogo do Vitória é contra o Mirassol, domingo (7), às 19h, fora de casa, válido pela penúltima rodada da Série C.
Fonte: Bahia Notícias

Depois do seu último campeonato em 2018, o piloto baiano Diego Freitas, parou de participar das competições de kart, passando a ter o foco na sua escolinha e na sua equipe. A paixão pelas disputas continuou, mas ele confessa que já teve que deixá-las a falta de orçamento.
“A maior dificuldade que se encontra no kart é a financeira. Cada momento, cada ano era uma luta, para fazer um orçamento e conseguir patrocínio. Já houve campeonatos que tive que parar no meio porque não havia orçamento completo”, desabafa.
Para Freitas, logo de início o kart era apenas um hobby, mas depois de criar seu próprio veículo e montar seu negócio, a Escolinha Brasileira de Kart, passou a ser trabalho, o próprio sustento do piloto.
“Hoje o kart é mais que esporte para mim. Eu passei por todas as fases do automobilismo comecei por kart, depois Fórmula em seguida Turismo, mas o kart sempre esteve na minha vida como esporte. Até que uns anos atrás eu montei um kart como negócio, e logo depois montei minha equipe. Hoje, além de um esporte que participo, é também minha forma de trabalho, um meio para sobreviver, e é uma coisa que gosto”, expõe.
Durante a pandemia, o piloto contou que o automobilismo parou. Com o kartódromo e praças fechadas não havia treinamento. Então foi um momento para utilizar as limitações e espaços que tinham para treinar e desenvolver-se na modalidade por meio virtual.
“Na quarentena eu estava parado, só fazia cuidar da minha equipe, não estava mais correndo, apenas um treinamento. A gente não tinha como praticar o esporte. Automobilismo mesmo só me mantive no virtual. Havia uma modalidade na internet chamada de automobilismo virtual, e com a pandemia isso cresceu. Continuei fazendo, como um hobby meu, participei de campeonatos virtuais pelo Brasil e o mundo, como os da Porsche e o iStock Car [...] Mas os campeonatos e competições ficaram parados durante a pandemia, e só realmente com a flexibilização das medidas protetivas que voltamos, até voltarmos a treinar no kartódromo ”, comentou.
Sua história na Stock Car iniciou-se em 2008, depois de ter participado de outras modalidades recebeu um convite de uma equipe para participar da Stock light, categoria de acesso da Stock Car. Após correr por durante dois anos com objetivo de chegar na Stock Car, houve um momento que uma oportunidade acabou levando ele a se tornar o primeiro piloto baiano na categoria.
“A presidente de automobilismo na Bahia me chamou para desenhar o circuito da Stock Car, depois de fazer as sugestões e ser aprovado, na primeira edição da Stock Car aqui na Bahia eu corri de Stock Junior já que não tinha patrocínio. No ano seguinte 2010 e 2011 participei da equipe principal, me tornando o primeiro baiano a participar da Stock Car em duas corridas, em ‘casa’”, relembra.

Freitas conta que não sabe exatamente quando começou a paixão por esportes automobilísticos, porém acredita que isso ocorreu devido a influência do seu pai, quando assistia as competições de F1 e acabava por acompanhá-lo.
“Eu acompanhava F1 com meu pai quando era pequeno, e com 8 anos de idade a gente passou pelo antigo cartório, próximo ao Stiep, aqui em Salvador. A gente assistiu uma corrida de kart e foi anunciado sobre uma escolinha. Eu pedi para ele me colocar. Com muito esforço ele conseguiu e a partir daí comecei a participar de corridas. Então talvez tenha sido ali que começou essa paixão pelo automobilismo que segue minha vida o tempo inteiro”, revela.
Fonte: Bahia Notícias
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