Brasil, 16 de Março de 2016.
Fonte: BN
Foto: Reprodução
Bahia sem paciência com a Penalty
Está cada vez mais perto o anúncio da mudança do fornecedor de material esportivo do Bahia. Enquanto o clube busca a rescisão contratual com a Penalty, os lojistas já iniciaram o cadastramento dos produtos da linha Umbro, que vai estampar em breve a sua marca no uniforme tricolor.
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O descontentamento da diretoria com a atual fornecedora é grande. Recentemente, o clube teve que recorrer aos lojistas para repor o estoque de uniformes do clube, já que a Penalty mais uma vez não deu conta da demanda. A estreia da Umbro deverá ser apenas na Série B.
Victor Ramos na bronca
“A Fifa não deixou eu jogar o clássico”. Presente no Ba-Vi de ontem, na Fonte Nova, o zagueiro Victor Ramos disse que o seu ex-clube, o time mexicano Monterrey, entregou toda documentação da transferência para o Vitória à entidade máxima do futebol há mais de uma semana e, apesar disso, o jogador ainda não foi regularizado. “Me falaram que de segunda-feira (hoje) não passa”, disse Victor. A inscrição do Campeonato Baiano vai até quarta-feira.
Novo uniforme do Leão
Ainda jogando com o uniforme do ano passado, o Vitória já tem data para estrear o padrão de 2016. Ou melhor, já tem adversário. Será no jogo contra o Corinthians, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro da Série A.
Ainda não existe uma definição sobre o local da partida, mas a tendência é que o duelo seja disputado na Fonte Nova devido ao grande apelo de público. A segunda rodada está programada para acontecer nos dias 21 e 22 de maio.
Vander pegou ar
Autor do primeiro gol no Ba-Vi de ontem, o atacante Vander, do Vitória, pegou ar com o CORREIO após o Ba-Vi. Incomodado com as avaliações dos jornalistas sobre suas atuações recentes, ele resolveu não falar com a imprensa após o clássico. Ou seja, sobrou para todo mundo. Ao menos, na edição de hoje, ele não vai poder reclamar muito, afinal, sua atuação, aliada ao triunfo do Leão, deram um plus na nota pós-jogo. Não se irrite não, garoto!
Feijão com moral
Feijão já foi de garoto-propaganda a garoto-problema no Bahia. Emprestado para o Atlético-GO ano passado, retornou sem moral. Em casa de novo, o foco voltou e, com ele, o bom futebol. No entanto, Feijão sempre teve moral com a torcida pelas declarações sinceras. É ídolo até para o filho de Marcelo Lomba, João. O garotinho disse que quer entrar em campo com o Bahia no próximo jogo, mas nada de ir de mãos dadas com o pai. Quer ir mesmo é com Feijão.
Bamor e a eterna baderna
Mais uma vez os integrantes da torcida uniformizada Bamor causaram problemas em um clássico Ba-Vi. Após a derrota por 2x0 para o Vitória, alguns integrantes da torcida jogaram pedras em torcedores rubro-negros que passavam embaixo do Viaduto dos Engenheiros, em direção a Ladeira dos Galés. A polícia precisou intervir com duas viaturas, além da cavalaria. Alguns “torcedores” foram detidos e outros fugiram. E a impunidade também continua...
Passe curto
*O volante Willian Farias, do Vitória, viveu um momento inusitado no Ba-Vi de ontem. Após entrar no estádio junto com a delegação, o jogador se atrapalhou e por pouco não entrou no vestiário do Bahia. Sorte que ele mesmo percebeu o erro e tomou o rumo certo. Dá próxima é melhor ficar mais ligado!
Brasil, 15 de Março de 2016.
Fonte: Ibahia
Foto: Reprodução
Quando criança, Caíque sonhava em fazer sucesso com os pés, mas foi com as mãos que ele conquistou a torcida rubro-negra no Ba-Vi do último domingo. O goleiro do Vitória estreou como profissional, fez defesas importantes e garantiu o triunfo por 2x0 no clássico disputado na Fonte Nova. “O chute de Juninho, no primeiro tempo, não sai da minha cabeça”, destaca o atleta, que se esticou todo no lance pra evitar o gol adversário.
Aos 18 anos, Caíque impediu que o tricolor balançasse a rede. Aos 11, imaginava fazer justamente o contrário. Canhoto, ele começou na base do Bahia com essa idade, em 2009, como lateral-esquerdo. Só conseguia jogar na posição no Fazendão mesmo.
No campinho de barro da rua onde cresceu, em Fazenda Grande III, os amigos não tinham muita paciência para a falta de habilidade dele. “Eu jogava de teimoso na linha, mas os caras aqui na rua sempre me mandavam ir pro gol”, conta, aos risos.
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Caíque volta ao campo de barro de Fazenda Grande III, onde a carreira de goleiro começou por ‘ordem’ dos amigos |
Caíque precisou de poucos meses pra perceber que não teria sucesso com os pés. Lembrou dos babas em Fazenda Grande III e resolveu arriscar outra posição. Se encontrou embaixo das traves.
“Comecei como lateral, passei pra zagueiro e, quando senti que as coisas não estavam boas pra mim, pedi pra perguntar ao treinador se eu poderia fazer um teste de goleiro. Eu queria ser jogador de linha, mas não dava. Lembro até hoje, era dia 17 de maio de 2009 quando comecei a pegar no gol na base do Bahia”, recorda o atleta de 1,98m.
Caíque trocou o Fazendão pela Toca do Leão em 2013. Uma liminar concedida pela Justiça do Trabalho permitiu que o jogador se desligasse do Bahia antes de ter o contrato encerrado porque o clube atrasou o pagamento de parcelas do FGTS. Não se arrependeu e revela que, apesar de ter começado no Bahia, torce para o Vitória desde criança por influência do avô.
“Meu avô era Vitória doente e sonhava em me ver jogar no Vitória. Esse Ba-Vi também foi um presente pra ele, onde ele estiver. Foi ele quem me deu a primeira camisa do Vitória”. Seu Milton morreu em 2008, aos 76 anos.
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O irmão Marley, Caíque, a mãe Rita, o padrasto Marcos e a irmã Marielle. Concentração em casa após Ba-Vi |
A mãe, Rita de Cássia, no entanto, é tricolor. E não esconde isso de ninguém. Tanto é que mantém na parede da sala dois posters do filho. Um com a camisa do Bahia e outro com a do Vitória. “Eu sou Bahia, mas hoje eu torço para o Vitória. Eu torço é pro meu filho”, se derrete a governanta de 42 anos, que viu o Ba-Vi pela TV, em casa, tomando chá compulsivamente.
“Eu assisti ao jogo todo, não perdi um lance, mas o coração apertou. Eu sou muito ansiosa e fico nervosa”. E olhe que Caíque só a avisou que seria titular uma hora antes do clássico. “Mancini já tinha conversado comigo na terça-feira. Avisou que eu iria jogar, mas pediu pra não passar nada pra ninguém, pra manter em sigilo, porque poderia vir muita pressão pra cima de mim. Fiquei caladinho e trabalhando”, contou o goleiro. O silêncio deu certo e enganou até o CORREIO, que deu como certa a presença de Wallace como camisa 1 no Ba-Vi.
Não foi muito difícil esconder da família, porque Caíque já não mora mais na casa da mãe. No ano passado, ao atingir a maioridade, se mudou para um apartamento em Alphaville pra ter mais liberdade. Ontem, porém, durante a folga, fez questão de receber a reportagem em Fazenda Grande III, com a família.
De olho
Fã de Cássio, do Corinthians, Caíque quer jogar na Europa um dia e revela que já despertou interesse do Benfica. “Só teve sondagem, mas não se concretizou. Foi antes de terminar a Série B e agora também na pré-temporada”, revela.
“Agora vou trabalhar ainda mais, pra quando tiver oportunidade de jogar fora, estar preparado. A oportunidade aparece quando a gente menos espera”. O Ba-Vi do último domingo prova isso.
Brasil, 15 de Março de 2016.
Fonte: Ibahia
Foto: Reprodução
Brasil, 14 de Março de 2016.
Fonte: BN
Foto: Reprodução
por Ulisses Gama
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Brasil, 11 de Março de 2016.
Fonte: BN
Foto: Reprodução

Brasil, 11 de Março de 2016.
Fonte: BN
Foto: Reprodução
Brasil, 09 de Março de 2016.
Fonte: BN
Foto: Reprodução

Em busca de reforços para a sequência da temporada, o Bahia está de olho no mercado do futebol paulista, pelo menos é o que garante o técnico Doriva. De acordo com o treinador, os dirigentes e a comissão técnica tricolor estão atentos ao Campeonato Paulista, onde alguns jogadores se destacam, para contratar atletas visando a disputa da Série B do Brasileirão.
"A gente tá acompanhando. Temos visto o trabalho da Ferroviária, do São Bento e do próprio Ituano. A gente está sempre acompanhando o futebol paulista pois podemos sim buscar alguns atletas para reforçar, haja vista que temos essa margem de espaço para reforçar o nosso elenco para o Campeonato Brasileiro da Série B e o nosso objetivo é subir o Bahia para a Série A", revela Doriva.
Até o momento, o Bahia anunciou dez contratações nesta temporada: Hernane, Luisinho, Edigar Junio, Juninho, Paulo Roberto, Danilo Pires, Tinga, Moisés, Lucas Fonseca e João Paulo Gomes.
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