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  • Brasil domina Bolívia na altitude de La Paz e vence na última rodada das eliminatórias

    Brasil domina Bolívia na altitude de La Paz e vence na última rodada das eliminatórias
    Foto: Lucas Figueiredo / CBF

    Nem mesmo a altitude de La Paz foi capaz de tirar a invencibilidade da Seleção Brasileira nas eliminatórias da Copa do Mundo do Catar 2022. Nesta terça-feira (29), o Brasil venceu a Bolívia por 4 a 0, com gols de Lucas Paquetá, Richarlison (duas vezes) e Bruno Guimarães. 

     

    A Seleção agora aguarda o sorteio da Copa do Mundo, que acontecerá na próxima sexta-feira (1º), às 13h (de Brasília), no Centro de Exposições de Doha, no Catar.

     

    Com a rodada final das eliminatórias, ficou definida também a vaga para a repescagem. O Peru venceu o Paraguai por 1 a 0 e segue com chances de chegar à Copa. 

     

    O JOGO

    A altitude teve efeito notório, especialmente no começo do jogo. Os passes rápidos tentados pelos jogadores brasileiros não encontraram o alvo em sua maioria, e a Bolívia chegou com perigo em duas oportunidades. 

     

    Tudo mudou aos 23 minutos, quando Paquetá abriu o placar após uma bela jogada de Bruno Guimarães. O volante arrancou pelo meio e encontrou o camisa 7 livre para tirar do goleiro e sair para o abraço. 

    O segundo veio aos 44, dos pés de Richarlison. Antony invadiu a área pela direita, tentou a finalização, a bola desviou no zagueiro boliviano e sobrou na medida para o "Pombo" empurrar para dentro, sem goleiro. 

     

    O segundo tempo teve mais Bolívia no ataque. Logo no primeiro minuto, Marcelo Moreno acertou a trave. O goleiro Alisson teve de fazer boas defesas para impedir o adversário de diminuir o placar. 

     

    No entanto, foi o Brasil que ampliou. Aos 20 minutos, Paquetá retribuiu a assistência a Bruno Guimarães, que, de primeira, colocou no ângulo esquerdo de Cordano.

     

    A Canarinho ainda tem um jogo por fazer pelas eliminatórias, contra a Argentina. Os rivais deveriam ter se enfrentado em setembro de 2021, na Arena Corinthians, em São Paulo, mas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a partida por descumprimento dos protocolos sanitários. A nova data do confronto ainda será definida pela Fifa.

     

    Fonte: Bahia Notícias

  • CBF anuncia Carlo Ancelotti como novo técnico da Seleção Brasileira

     

    A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou na manhã desta segunda-feira (12) o italiano Carlo Ancelotti como o novo técnico da Seleção Brasileira. Em nota, a entidade afirmou que Ancelotti, chamado pelo presidente Ednaldo Rodrigues de “o maior técnico da história”, vai comandar o time até a Copa do Mundo de 2026.

     

    “Trazer Carlo Ancelotti para comandar o Brasil é mais do que um movimento estratégico. É uma declaração ao mundo de que estamos determinados a recuperar o lugar mais alto do pódio. Ele é o maior técnico da história e, agora, está à frente da maior seleção do planeta. Juntos, escreveremos novos capítulos gloriosos do futebol brasileiro”, disse Ednaldo em nota publicada pela CBF.

     

    A CBF também divulgou um vídeo, no qual Ednaldo agradece a “paciência e o apoio” da torcida brasileira durante a longa negociação com treinador italiano. Ancelotti chega para treinar a Seleção para os dois próximos jogos das eliminatórias da Copa, contra o Equador, no dia 5/6, e Paraguai, no dia 10/06.

     

    Ainda vinculado ao Real Madrid, da Espanha, o italiano só deverá assumir a seleção no dia 26 de maio, após o término do Campeonato Espanhol – o time merengue ainda tem três jogos pela frente: contra o Mallorca (dia 14), o Sevilla (dia 18) e o Real Sociedad (dia 24). Há a expectativa de uma liberação antes do dia 26, caso o Barcelona, que no momento tem sete pontos de vantagem sobre o Real Madrid, conquiste o título de forma antecipada.

     

    O anúncio põe fim a uma novela que se arrasta há cerca de dois anos. Em julho de 2023, a CBF já negociava com o Ancelotti, que comandaria o Real Madrid até o meio daquele ano. Mas o clube espanhol renovou o contrato com Ancelotti, mantendo-o na Espanha e adiando sua vinda para a Seleção.

     

    Entre o primeiro contato da CBF com o italiano e a confirmação da contratação, a Seleção Brasileira foi comandada por Fernando Diniz após uma boa temporada à frente do Fluminense em 2023, e Dorival Júnior, que vinha de dois bons trabalhos no Flamengo e no São Paulo. Mas o futebol pouco inspirado e os maus resultados na Copa América de 2024 e nas eliminatórias da Copa derrubaram Dorival em março deste ano e fizeram Ednaldo Rodrigues a intensificar as conversas com Ancelotti.

     

    A CBF chegou a anunciar o fim das negociações em 29 de abril, diante do impasse em relação à liberação do treinador pelo Real Madrid. Mas, a despeito da aparente desistência, o acordo foi selado.

     

    Perfil

    Carlo Ancelotti nasceu em 10 de junho de 1959, em Reggiolo, na Itália. Ex-jogador, foi escolhido, em 2019, pela revista France Football, um dos dez maiores técnico da história do futebol mundial. Em 2022, Ancelotti se tornou o treinador com mais conquistas em torneios interclubes da UEFA e, também, o que mais venceu a Liga dos Campeões, cinco vezes como técnico, além de outras duas como jogador. Além disso, o italiano foi campeão do Mundial de Clubes da Fifa três vezes – uma pelo Milan (ITA) e duas pelo Real Madrid. Ele também foi técnico da Juventus (ITA), do PSG (FRA), do Chelsea (ING) e do Bayern de Munique (ALE).

     

     

    Estrangeiros na Seleção

    Ancelotti será o terceiro técnico estrangeiro a dirigir a seleção brasileira. O primeiro foi o uruguaio Ramón Platero, que em 1925 dirigia o Vasco. Ele foi convidado a ser o técnico da seleção no Campeonato Sul-Americano daquele ano, na Argentina – atual Copa América. Em quatro jogos, ele obteve duas vitórias, um empate e uma derrota.

     

    O segundo foi o argentino Filpo Nuñez, quando o Palmeiras, que ele dirigia, representou a seleção em um amistoso contra o Uruguai, na inauguração do estádio do Mineirão, em 1965 – o Brasil venceu por 3 a 0.

     

    Em 1943, o português Jorge Gomes de Lima, o Joreca, esteve ao lado do brasileiro Flávio Costa em duas vitórias, em amistosos contra o Uruguai, em 1943, mas não era o técnico principal.

    Fonte: Agência Brasil



 

 


 

 

 

 

 

 

 

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